Rio de Janeiro, Quarta-feira, 30 de setembro de 2026
O jogo, o bastidor, o placar
Mercado de usados mantém queda de preços acima da média histórica
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência
Brasil

Mercado de usados mantém queda de preços acima da média histórica

Índice Webmotors aponta recuo de 0,646% nos seminovos e usados em agosto, enquanto os modelos 0 km caíram 0,328%.

O mercado brasileiro de automóveis novos teve alta de 23,6% nos emplacamentos de carros e comerciais leves no confronto anual, conforme dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No mesmo período, os preços de seminovos e usados seguiram em queda acima da média histórica, de acordo com o Índice Webmotors.

Em agosto, a categoria registrou retração de 0,646%, ante -0,654% em julho. Com o resultado, o indicador continuou entre os patamares mais elevados de desvalorização dos últimos 12 meses. O maior nível desse período havia sido alcançado em julho.

Entre os veículos 0 km, o índice passou de -0,373% em julho para -0,328% em agosto. A categoria acumula taxas negativas desde abril e atingiu, agora, o menor nível desde o início do ano.

Eletrificados também têm queda

Os híbridos usados apresentaram desvalorização de -0,883% em agosto, diante de -1,024% no mês anterior. Já os híbridos novos fecharam o intervalo em -0,476%, contra -0,283% no levantamento anterior.

Nos elétricos seminovos, a retração foi de 0,470% em agosto, ante -0,937% em julho. Entre os modelos 0KM, o índice ficou em -0,455%, enquanto havia marcado -0,131% no último ciclo.

Para Eduardo Jurcevic, CEO da Webmotors, os dados mostram que a análise do mercado de usados deve considerar um conjunto mais amplo de fatores. “O índice permanece em um patamar de desvalorização acima da média histórica”, afirma.

O Índice Webmotors acompanha mensalmente as oscilações dos preços dos automóveis anunciados na plataforma. A Webmotors foi fundada em 1995. Em 2002, o Grupo Santander Brasil passou a ser seu principal parceiro. Em abril de 2013, a carsales.com Ltd. adquiriu participação de 30% na empresa e, em março de 2023, elevou sua fatia para 70%. O Santander mantém os outros 30%.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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