Rio de Janeiro, Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
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Ancelotti descarta impacto das críticas e mantém plano para a Seleção
Brasil

Ancelotti descarta impacto das críticas e mantém plano para a Seleção

Após empate com a Austrália, técnico diz que a repercussão não altera seu planejamento para o ciclo da Copa do Mundo de 2030.

Carlo Ancelotti afirmou que as críticas não interferem no planejamento da Seleção Brasileira. A declaração foi dada nesta segunda-feira (28), depois do empate por 1 a 1 com a Austrália, em amistoso do início do ciclo para a Copa do Mundo de 2030.

O Brasil evitou a derrota com um gol de cabeça de Rayan no último lance. O resultado aumentou os questionamentos sobre a atuação da equipe e fez Ancelotti alcançar o pior aproveitamento de um técnico da Seleção após 18 jogos, empatado com Carlos Alberto Parreira.

Resposta sobre a pressão

Em entrevista coletiva ao lado do técnico australiano Tony Popović, Ancelotti disse que a repercussão negativa não muda suas ideias para o futuro da equipe e dos jogadores.

“A crítica ao meu trabalho sempre existiu e sempre vai existir. A crítica não afeta a ideia que eu tenho para o futuro da Seleção Brasileira”, afirmou o italiano.

Questionado sobre quanto as críticas influenciam seu planejamento, o treinador respondeu: “Zero.”

Ancelotti soma dez vitórias, quatro empates e quatro derrotas nos primeiros 18 jogos pela Seleção Brasileira. O aproveitamento é de 63%, mesmo índice registrado por Parreira no recorte considerado pelo DataESPN.

Amistosos servem para testes

O treinador afirmou que os resultados têm peso menor neste momento, já que a equipe está começando um novo ciclo. Segundo Ancelotti, os amistosos servem para avaliar espaços, oportunidades e jogadores mais jovens.

Ele também apontou aspectos positivos no duelo com a Austrália, embora tenha reconhecido que o Brasil poderia ter jogado melhor. A postura defensiva dos australianos e as condições do gramado foram citadas como dificuldades.

Para o próximo amistoso contra a Austrália, Ancelotti indicou que deve dar espaço a atletas que jogaram pouco ou não participaram da primeira partida. A prioridade, explicou, é conhecer melhor o grupo e formar um elenco para a primeira competição oficial.

“Será uma oportunidade aos atletas que não jogaram na primeira partida e vão jogar agora”, afirmou. O técnico disse ainda que não pretende acelerar as decisões enquanto utiliza os amistosos para testar alternativas.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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