Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
O jogo, o bastidor, o placar
No Rio, Cury diz ser 3ª via e enaltece eleitores de direita e esquerda
Brasil

Augusto Cury se apresenta como alternativa à polarização em ato em Copacabana

Candidato do Avante caminhou pela orla, criticou a divisão entre esquerda e direita e defendeu mudanças no Bolsa Família.

Augusto Cury (Avante) afirmou, durante ato de campanha na praia de Copacabana, ser a principal opção contra a polarização entre esquerda e direita. O candidato à Presidência participou de uma caminhada pela orla, entre o posto 6 e o posto 5, sob chuva, e discursou para o público em um carro de som.

Cury criticou a concentração da disputa política em dois grupos e disse que o país precisa superar a divisão. “O Brasil não aguenta mais ser capturado por apenas duas famílias”, afirmou. Em outro momento, declarou que respeita eleitores dos dois lados e que conhece milhões de pessoas notáveis tanto à direita quanto à esquerda.

Durante o evento, o candidato também mencionou o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça. Cury disse que não defendia um ministro específico, mas cobrou transparência e independência para a investigação de indícios de corrupção.

A mobilização reuniu cabos eleitorais de candidatos a deputados estaduais e federais. Entre 9h e 11h, grupos ligados a essas campanhas atuaram na orla. Durante a caminhada, candidatos do Rio tentaram se aproximar de Cury para gravar vídeos de campanha. A movimentação provocou tensão na chegada e na saída do candidato, com políticos sem mandato tentando acessar áreas fechadas.

Bolsa Família

Cury afirmou ter origem humilde e relatou ao público que esteve recentemente na favela da Rocinha para pedir o coração dos eleitores, e não apenas votos. “Eu não li sobre a dor, eu vivi a dor de vocês”, disse.

O candidato também defendeu mudanças no Bolsa Família. Segundo ele, beneficiários que assinarem a carteira de trabalho devem receber um prêmio adicional sem perder o benefício. Cury citou pagamentos de R$ 600 e R$ 150 por filho e afirmou que o programa precisa ser ajustado para permitir que essas pessoas tenham o direito de sonhar com uma casa e um carro.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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