Rio de Janeiro, Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
O jogo, o bastidor, o placar
Augusto Cury defende verticalização da produção agrícola durante agenda na Amazônia
Foto: Amanda Oliveira/g1
Brasil

Augusto Cury propõe ampliar produção agrícola e privatizar rodovias na Amazônia

Em Porto Velho, candidato do Avante também defendeu mudanças na saúde e ações contra o aliciamento de jovens pelo crime organizado.

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) defendeu, durante visita à capital de Rondônia nesta quinta-feira (24), a ampliação da produção agrícola na Amazônia com foco também na criação de animais e na transformação de grãos em proteína.

A proposta apresentada pelo candidato prevê que a região não fique concentrada na produção e exportação de soja e milho. Cury afirmou que é necessário expandir a criação de suínos, aves e gado para agregar valor à produção agrícola.

Cury também apoiou a privatização de rodovias como alternativa para melhorar as estradas e facilitar o transporte. Ele citou o modelo adotado no Estado de São Paulo e disse que as concessões precisam ser feitas de forma racional. Para o candidato, os pedágios não podem comprometer o transporte nem prejudicar a produção agrícola, industrial e comercial.

“Sem logística, você fica de mãos atadas”, afirmou Cury ao defender investimentos na infraestrutura rodoviária. Ele também disse que a cobrança precisa evitar o sufocamento das atividades econômicas.

Saúde e segurança

Na área da saúde, Cury afirmou que pretende aumentar os salários dos profissionais, ampliar o número de médicos e melhorar a capacitação técnica. O candidato também defendeu o fortalecimento do SUS e a expansão da telemedicina.

Segundo ele, o atendimento remoto poderia alcançar pessoas em diferentes locais, como áreas rurais, periferias e cidades. Cury afirmou que a telemedicina permitiria o acesso a consultas em situações de emergência, inclusive durante a madrugada.

Para a segurança pública, a proposta é treinar e equipar agentes das polícias Militar e Civil com tecnologia. Cury ainda defendeu investimentos em educação e na geração de empregos para jovens, como forma de impedir a entrada deles no crime organizado.

O candidato afirmou que 6,7 milhões de jovens não trabalham nem estudam e estariam sujeitos ao aliciamento criminoso. Também disse que o tráfico de drogas começa a atuar na abordagem a partir dos 11 anos, enquanto o Estado entraria aos 17 anos. Para enfrentar o crime organizado, Cury defendeu integração e inteligência estratégica.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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