Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
O jogo, o bastidor, o placar
Caiado considera que STF está em 'fase procrastinatória' e pede abertura de investigação contra Alexandre de Moraes
Foto: Vinícius Silva/g1 Goiás
Brasil

Caiado critica andamento no STF e defende investigação de Alexandre de Moraes

Candidato à Presidência também propôs mudar regras para indicação de ministros do Supremo e exigir análise prévia da vida pregressa.

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) defendeu a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes e afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) atravessa uma “fase procrastinatória”. A declaração foi feita nesta terça-feira (15), durante entrevista coletiva.

Caiado comentou a votação de uma questão de ordem que pode reunir processos para julgamento conjunto no dia 23. Na avaliação do candidato, a discussão preliminar prolonga a análise do mérito. “Tem que se aguardar essa decisão”, afirmou.

Regras para o Supremo

O candidato também propôs uma mudança na Constituição para tornar mais rígidos os critérios de nomeação para o STF. Entre as medidas defendidas está a exigência de idade mínima de 60 anos para os indicados, além de histórico profissional reconhecido.

Caiado quer ainda uma avaliação prévia da vida pregressa dos nomes antes do encaminhamento pelo Executivo. A análise, segundo a proposta, seria feita por órgãos como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a Receita Federal e a Polícia Federal.

Durante a entrevista, o político classificou o momento institucional do país como de “degradação moral completa”. Ele relacionou a deterioração do regime democrático à falta de posicionamento de lideranças e ao envolvimento de figuras públicas em escândalos.

Na avaliação de Caiado, questões como violência, criminalidade e endividamento acabam ficando em segundo plano diante desse cenário.

Ao falar sobre uma eventual relação entre o Palácio do Planalto e o STF, o candidato disse que respeitaria a Constituição. Ele citou sua atuação à frente do governo de Goiás como referência e afirmou que a harmonia entre os poderes deve ser conduzida pela autoridade moral do governante e pela rejeição a negociações políticas espúrias.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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