Rio de Janeiro, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
O jogo, o bastidor, o placar
Caiado promete cortar 100% das emendas impositivas e limitar gastos do governo para reduzir juros
Foto: Walace Lara/TV Globo
Brasil

Caiado propõe teto para despesas e revisão de incentivos fiscais

Candidato do PSD também defendeu o fim das emendas impositivas e auditorias em programas de governo com inteligência artificial.

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) apresentou um plano para reduzir os gastos públicos e criar condições para a queda dos juros. Entre as propostas estão o corte de 100% das emendas parlamentares impositivas, a revisão de incentivos fiscais e a redução das despesas de todos os Poderes.

Durante uma caminhada pela Avenida Paulista neste domingo (20), Caiado afirmou que pretende enviar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para limitar, por 24 meses, o crescimento dos gastos do governo a, no máximo, 50% da alta do Produto Interno Bruto (PIB).

Metas para juros e inflação

Na avaliação do candidato, as medidas poderiam levar a taxa de juros para “provavelmente 7%” e manter a inflação entre 3,5% e 4%. Ele disse que esse cenário daria mais condições para a competitividade dos setores produtivos brasileiros em relação aos de outros países.

Caiado afirmou considerar correta a independência do Banco Central, mas disse que a autoridade monetária reage aos juros elevados em consequência dos gastos do governo. “A causa [da taxa de juros alta] é o governo irresponsável, que gasta mais do que pode”, declarou.

Ao detalhar os cortes, o candidato citou a eliminação de 100% das emendas parlamentares impositivas, uma auditoria dos incentivos fiscais concedidos no Brasil e o uso de plataformas com inteligência artificial para verificar a distribuição de recursos em programas de governo e o cumprimento de suas funções.

Também propôs um corte de 25% sobre todos os Poderes e órgãos independentes do governo.

Na área de segurança pública, Caiado defendeu que facções criminosas sejam classificadas como terroristas e afirmou que, se chegar à Presidência, encaminhará essa mudança. Ele criticou o governo do PT e disse que o partido seria “conivente com as facções criminosas”. Para o candidato, o Brasil tem estrutura própria para combater o crime organizado e não depende de decisões de outros países.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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