A diretoria do Chelsea avaliou Sander Berge nas horas finais da janela de transferências, mas não conseguiu avançar pela contratação do meio-campista do Fulham. O clube londrino buscava reforçar o setor depois da saída de Enzo Fernández para o Manchester City por 125 milhões de libras.
Berge, de 28 anos, era visto como uma das alternativas para o meio-campo. O Fulham, porém, não tinha intenção de negociar um dos principais nomes do elenco, e o interesse do Chelsea não chegou a se transformar em proposta formal.
O norueguês ganhou projeção durante a Copa do Mundo de 2026, quando participou da campanha da Noruega até as quartas de final. A seleção acabou eliminada pela Inglaterra, depois de ajudar a tirar o Brasil de Carlo Ancelotti da competição. Berge atuou próximo de Martin Odegaard, meia do Arsenal.
Desde que chegou ao Fulham, vindo do Burnley, o jogador se firmou como presença importante no meio-campo. Ele já soma 78 partidas pelo clube, fator que contribuiu para a resistência à possibilidade de saída.
Sem acordo por Berge, o Chelsea analisou outras opções no último dia da janela. Lamine Camara, do Monaco, e Manu Koné, da Roma, apareceram entre os nomes avaliados.
A negociação mais avançada foi por Camara. O Chelsea acreditava ter alcançado um acordo de 47 milhões de libras, mas o negócio desmoronou a poucos minutos do encerramento do mercado. James Garner, do Everton, também foi associado ao clube, embora David Moyes tenha negado o recebimento de uma oferta.
A falta de um novo meio-campista deixou uma lacuna no elenco. Na derrota para o Arsenal, Xabi Alonso terminou a partida com Reece James e Malo Gusto, laterais-direitos, atuando no centro do campo.
O setor deve continuar entre as prioridades do Chelsea na janela de janeiro. Alex Scott, do Bournemouth, é monitorado a longo prazo, enquanto outros nomes podem entrar no radar nos próximos meses.








