Rio de Janeiro, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
O jogo, o bastidor, o placar
Crítica ao bolsonarismo defende políticas sociais com avaliação e dados
Brasil

Crítica ao bolsonarismo defende políticas sociais com avaliação e dados

Autor rejeita a fidelidade política a partidos e líderes e defende inclusão, transferência de renda e combate à desigualdade.

O autor afirma rejeitar o bolsonarismo e o trumpismo, mas diz que isso não significa oposição à direita democrática. Também declara não ser petista nem lulista e defende a possibilidade de reconhecer acertos de um governo sem aderir incondicionalmente a um partido ou líder.

Para ele, o respeito às instituições, aos fatos e às pessoas deve orientar a política. O bolsonarismo é descrito como um movimento baseado na devoção a um líder e na hostilidade ao adversário. A mesma crítica é dirigida à reverência de integrantes da família Bolsonaro e de seus seguidores a Donald Trump.

O autor afirma que já votou, ou poderia votar, em nomes de uma direita democrática e esclarecida. A posição apresentada, portanto, não é contra a direita, mas contra a transformação da fidelidade política em critério para avaliar decisões e governos.

Desigualdade e políticas sociais

O combate à desigualdade aparece como uma das prioridades defendidas. O autor argumenta que a pobreza impede pessoas talentosas de estudar, trabalhar e desenvolver seu potencial. Também afirma que muitas crianças abandonam a escola, passam fome ou não têm oportunidades suficientes para mudar de vida.

A OCDE estimou que, nas condições observadas, descendentes de uma família pobre no Brasil poderiam levar nove gerações ou mais para alcançar a renda média. O dado é usado para mostrar a extensão das barreiras à ascensão social, sem afirmar que ninguém consiga superar a pobreza.

O autor defende programas de inclusão e transferência de renda. Segundo o IBGE, a extrema pobreza atingia 3,5% dos brasileiros em 2024. Sem os rendimentos dos programas sociais, o índice chegaria a 10,0%.

A defesa desses programas, porém, vem acompanhada da cobrança por resultados. Entre as perguntas apresentadas estão se as crianças estão aprendendo, se os jovens concluem os estudos e se os adultos conseguem melhores condições de trabalho após a requalificação profissional.

O Banco Mundial reúne estudos que apontam maior escolaridade entre crianças beneficiárias do Bolsa Família, com probabilidade 4 a 8 pontos percentuais maior de conclusão do ensino médio. Para o autor, dados públicos, avaliações periódicas e disposição para corrigir políticas devem orientar as decisões.

A responsabilidade do governo Lula é definida como a tarefa de proteger quem precisa no presente e ampliar suas possibilidades no futuro. O autor afirma que um benefício capaz de impedir uma família de passar fome cumpre função essencial, mas que uma política de inclusão também deve ajudar a interromper a transmissão da pobreza entre gerações.

Ele conclui que não deve fidelidade incondicional a partido ou governante e afirma que votará em 4 de outubro, daqui a sete dias. A mensagem final é que cada eleitor deve assumir a responsabilidade pelo próprio voto.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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