Rio de Janeiro, Sábado, 26 de setembro de 2026
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FDA aprova insulina semanal para adultos com diabetes tipo 2
Brasil

FDA aprova insulina semanal para adultos com diabetes tipo 2

Onswik foi desenvolvido pela Eli Lilly e pode substituir aplicações diárias de insulina basal por uma dose semanal.

A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos, aprovou o Onswik, uma insulina de aplicação semanal destinada a adultos com diabetes tipo 2. O medicamento utiliza a insulina efsitora alfa-gobe, desenvolvida pela farmacêutica Eli Lilly, e foi criado como alternativa às aplicações diárias de insulina basal.

A dose é aplicada por via subcutânea uma vez por semana, sempre no mesmo dia. A FDA orienta que o tratamento seja combinado com alimentação adequada e prática de atividades físicas para auxiliar no controle da glicose no sangue. A ação do Onswik foi desenvolvida para durar sete dias.

A Eli Lilly informou que a troca de uma aplicação diária por uma semanal pode representar mais de 300 injeções a menos ao longo de um ano. A empresa pretende começar a comercializar o medicamento nos Estados Unidos nos próximos meses.

Estudos clínicos

A aprovação teve como base quatro estudos clínicos randomizados, abertos e controlados. As pesquisas incluíram adultos com diabetes tipo 2 que nunca haviam usado insulina, pacientes que recebiam insulina basal uma ou duas vezes ao dia e participantes que combinavam insulina basal com aplicações nas refeições.

O Onswik foi comparado às insulinas glargina e degludeca, administradas diariamente. Os resultados mostraram redução da hemoglobina glicada (HbA1c) em níveis semelhantes aos registrados com os tratamentos comparadores. O exame indica a média da glicose no sangue nos últimos meses e é usado para acompanhar o controle do diabetes.

Riscos e restrições

Como outras insulinas, o medicamento pode causar hipoglicemia, queda excessiva da glicose no sangue que, em casos graves, pode levar a convulsões e perda de consciência, além de risco de morte. A FDA também cita reações no local da aplicação, alterações no tecido adiposo sob a pele, coceira, erupções cutâneas, inchaço e ganho de peso.

O órgão regulador alerta para possíveis erros de medicação e overdose acidental, além de redução do potássio no sangue e retenção de líquidos quando o remédio é usado com determinadas substâncias.

A autorização nos Estados Unidos vale para adultos com diabetes tipo 2. Pessoas com diabetes tipo 1 não devem usar o medicamento, devido ao risco maior de hipoglicemia grave.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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