Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Mãe de ilustrador desaparecido relata rotina interrompida após localização de ossada
Brasil

Mãe de ilustrador desaparecido relata rotina interrompida após localização de ossada

Restos mortais foram achados em Aparecida de Goiânia, perto do ponto onde Jefferson de Oliveira sofreu um acidente.

A rotina de Cleomar de Oliveira foi marcada pela espera desde o desaparecimento do filho, Jefferson de Oliveira. O ilustrador sumiu no dia 25 de julho, depois de sair de carro para tomar café da manhã na casa da mãe.

Na tarde desta quarta-feira, 16, uma ossada humana foi encontrada no Setor Vale do Sol, a poucos metros do local do acidente. O delegado Eduardo Rodovalho informou que apenas a perícia, prevista para o início desta noite, poderá confirmar se os restos mortais são do ilustrador.

Cleomar contou que as visitas de Jefferson eram frequentes, inclusive nos fins de semana. A proximidade entre os dois aumentou depois que ela sofreu um infarto e passou por oito paradas cardíacas. Durante os 21 dias em que ficou internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o filho praticamente deixou o trabalho de lado para acompanhá-la.

“Além de ser meu filho, ele é meu amigo”, disse a dona de casa. Ela também lembrou que Jefferson costumava levar pão quando ia à casa dela — e que, no dia do desaparecimento, seguia justamente para tomar café da manhã com a mãe.

O acidente e as buscas

De acordo com a PC, Jefferson dirigia pela Avenida Jataí quando bateu contra um poste às margens da via. Não houve participação de outro veículo. Depois, familiares e amigos encontraram o carro abandonado, sem sinais do ilustrador nas proximidades.

As buscas identificaram vestígios de sangue e objetos pessoais de Jefferson. Por causa desses indícios, as equipes consideraram a possibilidade de que ele tivesse entrado ferido em uma área de mata próxima ao local da batida.

Infância de trabalho

Cleomar afirmou que o filho começou a ajudá-la ainda aos 8 anos, quando ela vendia laranjas e laranjinhas. Jefferson carregava caixas de isopor e fazia entregas. Mais tarde, também vigiava carros em eventos realizados na escola onde ela trabalhava.

“Toda a vida ele foi muito trabalhador, responsável”, afirmou a mãe. Ela disse ainda que, mesmo após discussões, os dois não ficavam afastados por muito tempo.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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