Rio de Janeiro, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Paraná registra 1.327 mortes por câncer de mama em 2025
Brasil

Paraná registra 1.327 mortes por câncer de mama em 2025

Estimativas do INCA indicam média de 4.300 novos diagnósticos anuais no estado entre 2026 e 2028.

O número de mortes por câncer de mama no estado passou de 1.013, em 2020, para 1.327, em 2025, conforme dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). A variação foi de +31%. Em 2026, até agosto, os registros preliminares somavam 877 mortes pela doença.

Ao longo de dez anos, de 2017 a 2026, o câncer de mama tirou mais de 11 mil vidas no Paraná. Os dados do Ministério da Saúde reforçam o alerta durante o mês de conscientização sobre prevenção e diagnóstico precoce.

Projeção de novos casos

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que o Paraná terá, entre 2026 e 2028, uma média anual de 4.300 novos casos de neoplasia maligna da mama. O volume corresponde a quase 12 diagnósticos por dia.

A projeção para o próximo triênio supera as anteriores. Entre 2020 e 2022, a estimativa era de 3.470 novos casos por ano. Para 2023 a 2025, o cálculo ficou em 3.650 diagnósticos anuais. De 2020 até 2026, houve avanço de 23,9% na estimativa.

A taxa de incidência também aumentou: passou de 59,26 por 100 mil mulheres para 70,24 no período analisado, alta de 18,5%.

Fatores de risco e prevenção

Segundo o INCA, a idade está entre os principais fatores de risco. Cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem depois dos 50 anos. O envelhecimento da população brasileira e paranaense aparece entre os elementos relacionados ao avanço das estatísticas.

Também são citados fatores reprodutivos e mudanças no estilo de vida, como o adiamento da primeira gestação, períodos mais curtos de amamentação, sedentarismo, obesidade e consumo de álcool e ultraprocessados.

A recomendação é que as mulheres conheçam o próprio corpo e procurem avaliação médica diante de alterações suspeitas nas mamas. O INCA recomenda mamografia de rastreamento para mulheres entre 50 e 74 anos, a cada dois anos, quando não há sinais ou sintomas suspeitos.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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