Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
O jogo, o bastidor, o placar
Renan Santos defende fim da autonomia nas universidades e critica gestão das instituições públicas
Foto: Reprodução/TV Globo
Brasil

Renan Santos propõe fim da autonomia universitária e revisão de Fies e ProUni

Candidato do Missão criticou a gestão das universidades públicas e defendeu mais ensino técnico no ensino médio.

Renan Santos, candidato à Presidência pelo Missão, defendeu o fim da autonomia universitária e criticou a gestão das instituições públicas durante evento na Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil), nesta quinta-feira (10).

Para Renan, o Brasil investe no ensino superior valores semelhantes aos de países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mas não alcança resultados proporcionais. Na avaliação dele, o problema está na administração dos recursos. O candidato afirmou que a gestão das universidades públicas brasileiras é uma porcaria.

A proposta apresentada por Renan é submeter as universidades ao que ele considera os interesses da população. Ele argumentou que, como o ensino público é financiado pelo povo, as instituições devem atender a essa prioridade.

Em um eventual governo, o candidato disse que pretende direcionar recursos para pesquisa, extensão, produção de tecnologia, saúde, biotecnologia e inteligência artificial. Israel, Singapura, China e Japão foram citados como exemplos.

Fies, ProUni e ensino técnico

Renan também defendeu mudanças no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e no Programa Universidade para Todos (ProUni). Segundo ele, os programas levam estudantes a instituições privadas de baixa qualidade e, no caso do financiamento, podem gerar endividamento.

O candidato afirmou que apenas universidades privadas consideradas muito boas deveriam receber recursos públicos. Também disse que pretende priorizar o ensino técnico já no ensino médio.

Como referência, Renan citou a Alemanha e afirmou que 50% dos estudantes deixam a escola com formação técnica. Para ele, o país passou a valorizar demais os diplomas universitários sem obter aumento proporcional da produtividade.

Na avaliação do candidato, mais diplomas foram obtidos nos últimos anos, mas a produtividade e os índices internacionais permaneceram estagnados em relação ao mundo. Ele resumiu que houve gasto de dinheiro sem ganho correspondente.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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