Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
O jogo, o bastidor, o placar
Renan Santos faz ato no Ibirapuera e pede afastamento de Toffoli e Moraes do STF, de Andrei da PF e de Gonet da PGR
Foto: TV Globo
Brasil

Renan Santos pede saída de autoridades em ato no Ibirapuera

Candidato do Missão apresentou manifesto com críticas ao STF, à Polícia Federal, à PGR e à condução das investigações sobre o Banco Master.

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) pediu, nesta segunda-feira (7), o afastamento de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, e de Paulo Gonet, procurador-geral da República. A manifestação ocorreu durante um ato no Parque Ibirapuera, em São Paulo.

As solicitações foram incluídas em um manifesto apresentado no evento. O documento também defende que as investigações sobre o Banco Master continuem, com a apuração da conduta de lideranças políticas, empresariais e do meio jurídico. “Que se abra a caixa-preta do Banco Master e que parem todos na cadeia”, afirmou Renan.

Durante o discurso, o candidato criticou a falta de indignação da população diante dos problemas do país. Ele disse que os brasileiros estão “viciados no erro” e afirmou que há pouca disposição para abandonar práticas tradicionais da política.

Renan declarou ter ficado assustado com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL) nas primeiras colocações das pesquisas eleitorais. Para ele, o combate à corrupção perdeu espaço para a defesa de políticos de estimação.

O candidato também atribuiu às gerações mais velhas a permanência dos problemas nacionais e disse que os brasileiros mais jovens seriam os únicos preocupados com o futuro do país. Em outro trecho, criticou a atuação de membros da Suprema Corte e a disputa entre grupos de esquerda e direita.

Nova Constituição e segurança pública

Renan defendeu a elaboração de uma nova Constituição e afirmou que a Carta atual e seus responsáveis fracassaram. Ele não detalhou como o processo constituinte seria convocado nem quais mudanças pretende fazer.

Na área de segurança pública, o candidato defendeu que policiais atirem contra criminosos armados e rejeitou classificar a proposta como radical. Também afirmou que não aceita uma democracia que, na visão dele, submeta brasileiros ao crime organizado.

Ao final, Renan disse que o Brasil é uma república democrática e que os direitos humanos dos brasileiros precisam ser respeitados.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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