O presidente Marcelo Teixeira defendeu a permanência de Cuca e afirmou que o Santos evoluiu nos últimos meses, tanto no desempenho técnico quanto na parte física. A avaliação ocorreu enquanto o clube reorganiza o fluxo de caixa após as eliminações na Copa do Brasil e na Sul-Americana.
Segundo Teixeira, a equipe enfrentava problemas físicos antes da pausa provocada pela Copa do Mundo, com jogadores machucados e rendimento abaixo do esperado. O dirigente considera que o trabalho do treinador contribuiu para a recuperação do grupo e pediu que a análise não fique restrita aos resultados de partidas isoladas.
Direitos de imagem sob análise
Os salários do elenco estão em dia, mas o Santos não confirmou o pagamento dos direitos de imagem dentro do prazo previsto para esta segunda-feira (21). O presidente afirmou que o departamento financeiro busca alternativas para cumprir as obrigações do clube.
“O Santos tem cumprido. Os profissionais têm ciência da dificuldade. De qualquer forma, o financeiro estuda outras alternativas para cumprirmos com as obrigações. Pode ser que haja atraso”, disse Marcelo Teixeira.
A dificuldade de caixa aumentou porque o Santos deixou de receber receitas esperadas para as fases seguintes das duas competições eliminatórias. Com a saída antecipada, a diretoria precisa reorganizar as finanças para os últimos meses de 2026.
Contratações e orçamento
Teixeira negou que as chegadas da última janela de transferências tenham provocado o problema financeiro. De acordo com o presidente, não houve investimento na aquisição dos jogadores contratados, que foram encontrados com participação dos profissionais de scout, do departamento esportivo e da comissão técnica.
O dirigente também afirmou que o planejamento financeiro da temporada será mantido. O orçamento, segundo ele, seguirá a previsão definida no início do ano.
Com o foco concentrado no Campeonato Brasileiro, o Santos não terá as receitas relacionadas às fases decisivas da Copa do Brasil e da Sul-Americana. A diretoria trabalha em alternativas de caixa para a reta final de 2026, enquanto diferencia os direitos de imagem da folha salarial, que permanece regular.








