CURITIBA — A Whoosh começou a operar em Curitiba com cobrança de R$ 0,90 para desbloquear a patinete e R$ 0,39 por minuto de uso. A empresa iniciou o serviço com 1.200 unidades nas regiões do Centro, Batel e Água Verde, incluindo pontos nas avenidas República Argentina, Sete de Setembro e Marechal Deodoro.
Como funciona
O usuário precisa baixar o aplicativo Whoosh, disponível para iOS/Android, fazer o cadastro e inserir uma forma de pagamento. Pelo mapa, é possível encontrar a patinete mais próxima e consultar os locais disponíveis para retirada e devolução.
A viagem começa depois que o usuário escaneia o QR Code do equipamento. Ao chegar ao destino, a patinete deve ser deixada em um dos pontos indicados no aplicativo. O estacionamento correto é necessário para encerrar a corrida e evitar bloqueios à circulação de pedestres.
Também há pacotes de minutos e desbloqueios no aplicativo, com tarifas mais econômicas. Os valores e as condições de uso aparecem na plataforma no momento da corrida.
Áreas atendidas e expansão
Nesta etapa, a frota está concentrada na região central e em bairros próximos. A Whoosh informou que pretende levar o serviço para outras áreas da cidade nas próximas semanas.
A empresa registra, nas cidades onde atua, trajetos médios de aproximadamente dois quilômetros. O serviço é voltado principalmente a deslocamentos curtos e à conexão entre áreas de comércio, serviços, lazer e transporte público.
A operação conta com monitoramento 24 horas, equipe própria de suporte e gestão contínua da frota. As patinetes usam tecnologia IoT para acompanhamento em tempo real e controle de velocidade. O sistema também trabalha com pontos virtuais de estacionamento, sinalizados no aplicativo.
Regras para usar
O serviço é exclusivo para maiores de 18 anos, e cada patinete pode levar uma pessoa por vez. Durante a condução, é obrigatório manter as duas mãos no guidão e não usar fones de ouvido.
Nas faixas de pedestre, o usuário deve descer do equipamento e atravessar a pé. As patinetes só podem ser estacionadas nos pontos indicados pelo aplicativo, sem bloquear a passagem. O uso após o consumo de bebidas alcoólicas não é permitido.
“Curitiba tem uma cultura de mobilidade urbana muito madura”, afirma Cadu Souza, diretor de operações da Whoosh. Para ele, a chegada da empresa amplia as alternativas para trajetos curtos na cidade.








