O rei Charles participou de uma edição especial da Troca da Guarda no Palácio de Buckingham para marcar os 25 anos dos ataques de 11 de setembro, que vitimaram quase 3 mil pessoas.
A cerimônia alterou a tradição da monarquia britânica e incluiu a execução de “The Star-Spangled Banner”, hino nacional dos Estados Unidos. Também foram tocados “Hymn to the Fallen” e “Amazing Grace”.
A solenidade contou com a presença do Duque e da Duquesa de Gloucester, do embaixador dos Estados Unidos, Warren Stephens, e de sua esposa, Harriet. O secretário de Relações Exteriores, Ed Miliband, e o ministro da Segurança, Dan Jarvis, também participaram.
Gesto repetido pela monarquia
A homenagem de Charles repetiu uma iniciativa tomada pela rainha Elizabeth II após os ataques, em 2001. Em 13 de setembro de 2001, a monarca pediu que a Guarda Coldstream executasse o hino dos Estados Unidos no pátio do palácio, mesmo sem a presença de um líder estrangeiro.
A execução de hinos de outros países costuma ocorrer apenas durante visitas de Estado de chefes de governo estrangeiros. O gesto de Elizabeth II foi acompanhado por milhares de pessoas reunidas diante dos portões do Palácio de Buckingham.
Dias depois, durante uma missa na Catedral de São Paulo, a rainha também cantou o hino norte-americano. Em julho de 2010, ela visitou o Marco Zero, em Nova York, para depositar uma coroa de flores.
Charles e a rainha Camilla prestaram homenagens no memorial durante uma visita oficial aos Estados Unidos realizada no início deste ano. Na ocasião, eles se encontraram com socorristas e sobreviventes dos ataques.









