SÃO PAULO — Claudia Raia afirmou que não engravidou por fertilização in vitro, a FIV, e disse ser alvo de perseguição ao longo da carreira. A atriz falou sobre o assunto em participação no podcast “Bom Dia, Obvious” e também comentou as críticas recebidas antes e depois das redes sociais.
O rumor envolve o nascimento de Luca, ocorrido há mais de três anos. Claudia disse que muitas pessoas continuam acreditando que o bebê foi concebido por FIV, apesar de ela já ter negado essa informação em outras ocasiões. A atriz ressaltou que não teria problema algum se essa tivesse sido a forma de gravidez, mas questionou a insistência sobre o tema.
“As pessoas juram que o meu [bebê] foi [concebido a partir de] FIV”, declarou. Ela comparou a necessidade de repetir a explicação à discussão sobre a Lei Rouanet e perguntou por que mentiria a respeito.
Pressão sobre mulheres
Claudia relatou sentir que existe uma expectativa permanente para que ela erre, caia, se fragilize ou demonstre vulnerabilidade diante do público. Para a atriz, essa cobrança atinge especialmente mulheres que falam sobre assuntos considerados incômodos pelo patriarcado.
Ao longo da trajetória, ela afirmou ter abordado temas como o prazer feminino, o poder das mulheres e a menopausa. Na avaliação de Claudia, mulheres inteligentes enfrentam resistência porque argumentam e respondem, o que contribuiu para o julgamento que diz ter sofrido.
“É uma perseguição, mesmo”, afirmou a atriz, ao descrever a sensação de ser observada à espera de um erro. Ela disse ainda que continuará falando sobre a própria vida e sobre aquilo em que acredita, sem pedir desculpas pela postura que adotou.








