Os cosméticos íntimos são a categoria mais vendida nas sex shops brasileiras, à frente dos vibradores. O dado aparece no Censo ABIPEA 2026, realizado com 1.271 respondentes, e mostra uma mudança no perfil de consumo do mercado adulto.
A categoria ficou com 31,3% das respostas, enquanto os vibradores registraram 23,9%. O resultado indica que os brinquedos eróticos continuam entre os principais produtos do setor, mas dividem espaço com itens voltados a sensações, conforto e cuidado íntimo.
Mulheres são maioria entre os consumidores
O levantamento também aponta um mercado majoritariamente feminino: 77,9% dos respondentes são mulheres. Os homens representam 18,9%, enquanto 3,2% preferiram não informar.
A faixa etária mais presente é a de 26 a 35 anos, com 43,7% dos participantes. Em seguida aparecem as pessoas entre 36 e 45 anos, que somam 25,4%. Juntas, as duas faixas concentram 69,1% dos respondentes.
Lingeries e acessórios aparecem no ranking
Depois de cosméticos íntimos e vibradores, as lingeries sensuais representam 12,2% das respostas. Na sequência, aparecem acessórios eróticos, com 8%; fantasias, com 6,6%; plugs anais, com 5,5%; e masturbadores, com 4,8%.
Produtos BDSM somam 3%. Já próteses e penetradores e jogos e brincadeiras registram 1,7% cada. Produtos de saúde e bem-estar aparecem com 1,4%.
A categoria de cosméticos reúne lubrificantes, hidratantes e produtos com diferentes formulações e propostas de uso. Esses itens podem acompanhar a masturbação, o uso de brinquedos ou a penetração, além de serem associados ao conforto e ao cuidado da região íntima.
O ranking mostra um segmento que combina brinquedos, acessórios, fantasias, produtos ligados à intimidade e itens de cuidado. Nesse cenário, o vibrador permanece entre os produtos mais procurados, mas não ocupa o primeiro lugar nas vendas.








