Rio de Janeiro, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Cuidados com os pés: podóloga explica unhas, cutículas e esmaltação
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Cuidados com os pés: podóloga explica unhas, cutículas e esmaltação

Lenny Carlos orienta sobre frequência das sessões, sinais de alerta e hábitos para manter os pés saudáveis.

Cuidar dos pés vai além da esmaltação. A manicure e podóloga Lenny Carlos, do TP Beauty Lounge, no Rio de Janeiro, explica como manter unhas e pele saudáveis, reduzir riscos e identificar mudanças que precisam de avaliação.

Frequência e uso de esmalte

Não existe um intervalo único para todo mundo, porque cada pé tem necessidades e rotinas diferentes. Ainda assim, a especialista considera que 15 a 20 dias costuma ser uma frequência adequada entre os cuidados. Ressecamento, calosidades, crescimento das unhas e alterações na pele devem ser observados para ajustar esse período.

A unha não precisa ficar sem esmalte para “respirar”, já que não respira e não deixa de ser oxigenada por causa da cobertura. Lenny recomenda, porém, pequenas pausas para que seja possível observar mudanças de cor, textura e espessura. Em algumas pessoas, o uso frequente de esmaltes e removedores pode aumentar o ressecamento, tornando necessárias pausas mais longas.

Cutículas e corte das unhas

A cutícula funciona como uma barreira de proteção entre a unha e o ambiente externo. Por isso, a retirada profunda ou agressiva pode causar irritações, pequenas lesões e aumentar o risco de infecções. O cuidado mais seguro preserva a estrutura e remove apenas o excesso de pele.

“Uma pedicure bem feita não precisa deixar a região completamente ‘limpa’ de cutícula”, afirma Lenny.

As unhas dos pés devem ficar em um comprimento confortável, com corte reto e cantos arredondados. Também é importante evitar cutucar as laterais para retirar pedaços de unha, hábito que pode iniciar inflamações ou favorecer o encravamento.

Quando procurar avaliação

Alterações persistentes de cor, espessura ou textura, descolamentos, manchas, dor, sensibilidade e mau cheiro merecem atenção. Nem toda mudança indica doença, mas o dermatologista deve investigar o que fugir do padrão habitual da unha. O diagnóstico não deve ser feito no salão.

Na escolha do estabelecimento, é importante verificar a limpeza, a esterilização e o descarte dos instrumentos reutilizáveis. A higienização das mãos do profissional, da bancada e dos equipamentos entre uma cliente e outra também faz parte da segurança.

A rotina inclui lavar e secar bem os pés, principalmente entre os dedos, hidratar a pele diariamente e manter as unhas em tamanho adequado. Calçados confortáveis, que não apertem os dedos e permitam ventilação, completam os cuidados.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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