Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Fãs de Demi Lovato formam rede de apoio na grade do Rock in Rio
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Fãs de Demi Lovato formam rede de apoio na grade do Rock in Rio

Admiradores chegaram cedo, cruzaram fronteiras e enfrentaram dificuldades para acompanhar de perto o show da cantora no Palco Mundo.

Fãs de Demi Lovato chegaram antes da abertura dos portões do Rock in Rio para garantir um lugar perto do Palco Mundo. Na espera pela apresentação deste sábado (12), admiradores de diferentes trajetórias dividiram comida, água, remédios e carregadores, além de histórias sobre os desafios enfrentados para chegar ao festival.

Amanda Maia, de 26 anos, conta que acompanha a cantora desde os oito anos e relaciona essa influência à escolha pela psicologia. Ao estudar temas como automutilação, bipolaridade, vício e transtorno borderline, ela se interessou pela profissão. O festival também marca seu retorno a esse tipo de evento depois da formação e da maternidade.

Na grade, Amanda conheceu Matheus Barreto, estudante de Licenciatura em Biologia de 22 anos. Fã de Lovato desde os nove anos, ele saiu de casa às 7h, em meio a um tiroteio, para tentar assistir ao show de perto. Morador de uma comunidade no Rio de Janeiro, Barreto preferiu não revelar o local por questões de segurança.

O estudante também afirma que se identificou com a cantora durante o processo de descoberta da própria sexualidade. Ele diz que, sendo uma criança LGBTQIAPN+ em uma família evangélica, encontrou em Demi uma referência por ela falar publicamente sobre sua bissexualidade.

Camila Martins, desenvolvedora de software de 29 anos, veio do Chile. Ela estava no país a trabalho e chegou ao Brasil na noite anterior ao festival para acompanhar a artista. Fã desde o filme Camp Rock, Camila cita a personalidade camaleoa e a coragem de Demi como motivos de identificação.

Comunidade improvisada na grade

Os fãs que se conheceram diante do palco passaram a ocupar o espaço juntos e a cuidar uns dos outros. Com capas de chuva, copos d’água fornecidos pelo evento, comida e carregadores portáteis, eles tentam permanecer bem até a apresentação, prevista para 21h. “A gente se apoia muito e vamos nos ajudando para que ninguém passe mal e todos fiquem bem”, afirmam.

Ana Clara Souza e Ana Luisa Marques, ambas de 19 anos, também foram juntas ao local para ver Demi pela primeira vez. Elas levaram comidas, remédios, capas e carregador portátil. Segundo Ana Clara, a companhia de uma amiga ajuda a lidar com os imprevistos da espera e torna o perrengue menor.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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