RIO DE JANEIRO — Monique Evans voltou às redes sociais nesta segunda-feira (21/9) para explicar a declaração sobre seu papel no carnaval. A apresentadora afirmou que nunca reivindicou o título de primeira rainha de bateria e reconheceu Eloína dos Leopardos como pioneira da função.
A discussão começou no domingo, 20, durante a coroação de Anitta como rainha de bateria da Grande Rio. A cerimônia ocorreu na quadra da escola, em Duque de Caxias, e teve Eloína como responsável por entregar a coroa à cantora.
Eloína é apontada como pioneira entre as rainhas de bateria do carnaval carioca. Ela esteve à frente da bateria da Beija-Flor em 1976, 1977 e 1978, antes da estreia de Monique na Mocidade.
Esclarecimento nas redes
Em uma publicação no X, Monique escreveu que foi a primeira madrinha de bateria e explicou que, naquele período, o posto era ocupado pelas passistas das comunidades. Ela também citou Luiza Brunet e Luma de Oliveira como nomes que vieram depois.
A declaração gerou críticas e foi interpretada por alguns internautas como uma contestação ao pioneirismo de Eloína. Nos stories, Monique negou essa leitura e disse que o título de madrinha foi criado para colocá-la à frente da bateria, embora se considerasse uma convidada.
“Eu nunca disse que fui rainha de bateria. Eu fui madrinha, um posto que inventaram para me colocar lá”, afirmou.
A apresentadora também reforçou seu reconhecimento a Eloína e disse não ter intenção de questionar sua importância. “A primeira é ela. Ela arrasou”, declarou Monique, que afirmou querer ficar longe da exposição causada pela discussão.








