Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Nikolly Fernandes estreia como musa da Mangueira com visual inspirado em Oyá
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Nikolly Fernandes estreia como musa da Mangueira com visual inspirado em Oyá

Atriz e passista há 15 anos, Nikolly relaciona a estreia na escola a um período de transformação pessoal e força feminina.

Nikolly Fernandes estreia como musa da Estação Primeira de Mangueira em uma noite que também marca a escolha do samba-enredo da escola, neste sábado (5). A atriz e passista escolheu um visual inspirado em Oyá, tema do enredo “Oyá Por Nós”, desenvolvido pelo carnavalesco Sidnei França para o próximo desfile.

A relação de Nikolly com a Mangueira começou antes da chegada ao posto de musa. Com 15 anos de dedicação ao Carnaval, ela já fez parte da Mangueira do Amanhã, escola mirim da agremiação, e atualmente desfila na ala de passistas. Desde 2023, acompanha de perto a rotina da escola e a relação com a comunidade.

“Estou muito feliz. Não só hoje, mas há meses, desde que recebi a notícia de que seria musa da Estação Primeira de Mangueira”, afirmou Nikolly. Para ela, a nova função ganha ainda mais significado pela trajetória construída dentro da agremiação e pelo vínculo com o chão da escola.

O enredo sobre Oyá, também conhecida como Iansã, chegou em um momento de mudanças na vida da artista. Nikolly afirma que o período trouxe força e empoderamento, especialmente em relação à mulher que se tornou.

A experiência será dividida com a irmã, Jeniffer Fernandes, que também ocupa o posto de musa da Mangueira. Nikolly destacou a felicidade de viver o Carnaval ao lado dela e de outras mulheres da escola.

Visual inspirado em força e ancestralidade

Para a produção da noite, a artista apostou em tranças esculturais elaboradas por Davi Batista. O visual foi pensado para representar a força, o movimento e a imagem de guerreira associada a Oyá, além de dialogar com referências de ancestralidade e com a tradição dos cabelos trançados.

A inspiração também se relaciona ao trabalho de Nikolly como atriz. Ao interpretar Kênia, uma princesa, ela teve contato com diferentes versões de coroas feitas a partir de tranças. A experiência influenciou a composição escolhida para a final do samba-enredo.

O styling foi desenvolvido por Darlin Oliveira, enquanto a roupa foi assinada pelo ateliê de Felipe Rangel. A peça precisava permitir que Nikolly sambasse, dançasse e aproveitasse a noite sem restrições.

“Eu gosto de me jogar, de viver o Carnaval por inteiro, então não adianta ser uma produção linda se eu não conseguir me movimentar”, disse a musa. Para ela, a roupa também representa o momento de transformação e força vivido atualmente.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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