Rio de Janeiro, Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
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Paulina Porizkova critica apagamento de mulheres maduras
Foto: GettyImages
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Paulina Porizkova critica apagamento de mulheres maduras

Aos 61 anos, modelo falou sobre envelhecimento, pressão estética e o direito de mulheres maduras continuarem ocupando espaços de destaque.

Aos 61 anos, Paulina Porizkova usou as redes sociais para discutir as dificuldades enfrentadas por mulheres durante o envelhecimento. Em um vídeo publicado no Instagram no domingo (27/9), a atriz e supermodelo falou sobre cobranças relacionadas à idade, à aparência e ao espaço ocupado por mulheres maduras na sociedade.

Nascida na República Tcheca, Porizkova afirmou que se surpreende com a quantidade de mulheres que dizem se sentir representadas por suas publicações. Ela é conhecida por abordar autoestima, aceitação do corpo e envelhecimento nas redes sociais.

A modelo disse que envelhecer deveria ser visto como um privilégio, mas destacou que o processo pode ser delicado para as mulheres por causa das expectativas sociais. “Espera-se que nos calemos. Espera-se que nos afastemos da sociedade”, afirmou.

Pressão estética

Porizkova também criticou a pressão enfrentada por mulheres que desejam continuar em evidência depois dos 50 ou 60 anos. Na avaliação dela, muitas acabam tendo de escolher entre se afastar ou recorrer a procedimentos cirúrgicos para se adequar aos padrões de beleza.

Para a supermodelo, o envelhecimento não deveria encerrar a participação feminina em ambientes de destaque. Ela defendeu que mulheres maduras ainda têm muito a contribuir e questionou se elas não poderiam continuar tendo lugar nas principais mesas.

Ao fim do vídeo, Porizkova perguntou às seguidoras quais conteúdos gostariam de ver com mais frequência e quais temas fazem com que elas se sintam bem. Na legenda, escreveu que se inspira ao ver uma mulher sendo ela mesma sem pedir desculpas.

Porizkova ganhou projeção na moda internacional durante a década de 1980. Ela apareceu na edição de maiô da Sports Illustrated em 1983 e voltou à publicação com capas consecutivas em 1984 e 1985. Também manteve uma longa relação profissional com a Estée Lauder e trabalhou na televisão e no cinema.

Em 2022, lançou o livro No Filter: The Good, the Bad and the Beautiful, com ensaios pessoais sobre envelhecimento, padrões de beleza, casamento, maternidade e a reconstrução da vida após a morte do marido, Ric Ocasek, vocalista do The Cars, em 2019. Em julho deste ano, ela se casou com o escritor Jeff Greenstein.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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