A Reserva está mudando a forma como apresenta sua identidade nas peças. O tradicional pica-pau, antes em destaque nas camisas, passa a aparecer de maneira discreta em mangas e outros pontos dos produtos. A marca quer que o reconhecimento venha também das modelagens, dos cortes, das matérias-primas e dos acabamentos.
A mudança ocorre em 2026, ano em que a empresa completa 20 anos. Com uma identidade já consolidada entre seu público, a Reserva busca desenvolver produtos que tenham valor além da assinatura estampada e acompanhem diferentes situações do dia a dia, como trabalho, viagens e celebrações.
“Reconhecimento sozinho não garante desejo”, afirma Joana Bittencourt, diretora executiva da Reserva. Para ela, a construção desse desejo depende da combinação entre produto, identidade própria, relevância cultural e capacidade de surpreender o consumidor. A estratégia é ampliar os motivos que levam as pessoas a escolher a marca.
Lojas como extensão da casa
O novo posicionamento também aparece na Casa Reserva, conceito que transforma as lojas em uma extensão do lar do consumidor. O espaço reúne diferentes frentes da marca e oferece consultoria de estilo, ajustes de peças, personalização de presentes, bar de café e drinques, videogames e ativações especiais.
A proposta é concentrar produtos, serviços e experiências em um mesmo ambiente, reforçando a relação da Reserva com a rotina dos clientes.
Tecnologia na operação
A inovação, para a Reserva, também envolve a maneira de conduzir o negócio. A empresa investe em tecnologia e criou a plataforma interna de AiHub para otimizar processos e apoiar atividades repetitivas.
Com isso, o time pode dedicar mais tempo à criação de conceitos, narrativas e soluções que dependem do olhar humano. A iniciativa amplia o uso de tecnologia para além do desenvolvimento de produtos e dos espaços físicos da marca.








