Rio de Janeiro, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
O jogo, o bastidor, o placar
Tom Ford leva sensualidade sem pudor à passarela de Paris
Foto: Reprodução/Instagram
Entretenimento

Tom Ford leva sensualidade sem pudor à passarela de Paris

Haider Ackermann apresentou uma coleção para o verão 2027 centrada no corpo, na auto-observação e na liberdade.

Haider Ackermann apresentou o verão 2027 da Tom Ford com uma coleção voltada ao prazer de observar a si próprio e à liberdade de viver a sexualidade sem pudores. A proposta levou à passarela ternos estruturados, pele exposta, transparências e peças que exploram a tensão entre revelar e esconder.

O desfile aconteceu em uma sala de iluminação baixa, cercada por grandes painéis de vidro. Durante a caminhada, os modelos paravam diante dos reflexos ou trocavam olhares através das superfícies transparentes. A trilha reuniu músicas de Tina Turner e David Bowie, além de sons de respiração e gemidos.

A apresentação começou com ternos de risca de giz e corte preciso. Entre os looks femininos, uma pasta de mão apareceu combinada a uma camiseta de rede usada sem sutiã. Na sequência, peças de couro preto foram apresentadas em modelagens sem separação rígida de gênero, ao lado de roupas utilitárias e casuais.

Na parte dedicada à festa, vestidos com fendas profundas e recortes estratégicos dividiram espaço com strass e peças de alfaiataria sobre regatas decotadas. O jogo entre exposição e cobertura atravessou praticamente toda a coleção.

O momento de maior exposição veio com trajes de banho de corte mínimo. Sungas fio-dental, calcinhas e maiôs recortados ocuparam o centro do desfile, mais associados à exibição do corpo do que ao uso esportivo.

Questionado sobre a ousadia das peças, Ackermann afirmou: “Eu não estou interessado na provocação. Estou interessado no risco de ser livre”. Com isso, o diretor criativo apresenta a sensualidade como uma experiência ligada à autonomia física e à intimidade do indivíduo consigo mesmo. O corpo permanece no centro da identidade da Tom Ford, mas aparece menos dependente da aprovação externa.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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