Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
O jogo, o bastidor, o placar
Tons terrosos ganham espaço no lugar do blush rosado
Foto: Reprodução/Instagram
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Tons terrosos ganham espaço no lugar do blush rosado

O antiblush usa marrons aplicados nas laterais do rosto para criar profundidade e aproximar blush, bronzer e contorno.

A maquiagem das bochechas está migrando para uma paleta mais terrosa. O antiblush, tendência que viralizou nas redes sociais, aposta em tons de marrom para criar profundidade no rosto sem reproduzir o efeito intensamente corado dos blushes tradicionais.

A técnica aparece depois de anos de protagonismo dos produtos cor-de-rosa, associados a referências como Sabrina Carpenter e Hailey Bieber. Em vez de concentrar a cor nas maçãs do rosto, a proposta explora a relação entre luz e sombra e se aproxima da linguagem do bronzer e do contorno.

Um marrom translúcido

Entre os produtos ligados ao movimento está o Skinfinish Colourstruck, na cor Film Noir Buff, da MAC Cosmetics. O tom de chocolate profundo tem pigmentação construível e acabamento translúcido. Nas redes sociais, ele ganhou espaço por oferecer uma alternativa ao blush: a função principal é adicionar dimensão, não deixar as bochechas rosadas.

A aplicação deve se concentrar nas laterais do rosto, quase como um contorno, acompanhando o bronzer nas áreas mais altas. Assim, o produto cria um resultado mais discreto e contido, sem abandonar a estrutura produzida pelo jogo de sombras.

“A proposta não é criar o efeito queimadinho de sol ou replicar a técnica do blush transition”, orienta a expert. Essa técnica é descrita como uma transição suave de cor entre diferentes pontos do rosto, em vez da concentração de uma única tonalidade nas maçãs.

O antiblush também se diferencia da tentativa de reproduzir um bronzeado intenso. A ideia é trabalhar o marrom de forma estratégica, mantendo a fronteira entre blush, bronzer e contorno cada vez menos definida.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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