A diretoria do Barcelona afirma que o Atlético de Madrid criou uma justificativa para não negociar Julián Alvarez com o clube catalão. Joan Laporta voltou a defender essa versão neste sábado (19), durante a Assembleia de Sócios do Barcelona.
O presidente disse que o contato entre as equipes seguiu o procedimento habitual e classificou como inadequada a reação do Atlético. O clube de Madri acusou o Barcelona de procurar o atacante sem autorização e levou o caso à Fifa.
— Eles se fizeram de ofendidos porque não tinham nenhuma forma de justificar a atitude deles — disse Laporta.
A negociação que não avançou
Alvarez queria deixar o Atlético e chegou a manifestar publicamente esse desejo durante a Copa do Mundo. O atacante também ficou afastado dos treinamentos até que sua permanência fosse confirmada.
Para impedir a transferência ao Barcelona, os Colchoneros exigiram o pagamento da multa de 500 milhões de euros. O Barça ofereceu um quinto desse valor. Laporta também afirmou que recebia informações de que o Atlético aceitava negociar o jogador com outros clubes, mas não com o Barcelona.
O Arsenal foi a equipe que mais se aproximou de Alvarez durante as tratativas, enquanto o clube catalão tentava contratar o argentino. Laporta disse que não revelaria sua teoria sobre a postura do adversário porque não tinha provas.
Barcelona encerra assunto
Apesar do conflito, o presidente afirmou que o tema ficou para trás. Laporta destacou que ele e o técnico Hansi Flick estão satisfeitos com o elenco, que recebeu Gabriel Jesus nos momentos finais da janela como substituto de Alvarez.
O Barcelona venceu os oito jogos disputados até agora, marcou 36 gols e abriu seis pontos de vantagem sobre o Real Madrid em La Liga. A diferença considera um jogo a mais para o time catalão, que ainda disputará o Dérbi da capital espanhola. Raphinha, escalado como novo centroavante, marcou 14 desses gols.








