Rio de Janeiro, Terça-feira, 22 de setembro de 2026
O jogo, o bastidor, o placar
Rashford segue sem gol ou assistência após volta ao Manchester United
Foto: IMAGO/Pro Sports Images
Futebol

Rashford segue sem gol ou assistência após volta ao Manchester United

Atacante soma mais de 400 minutos na temporada sem participação direta em gol e foi criticado por Michael Owen.

A volta de Marcus Rashford ao Manchester United continua sem participação direta em gols. O atacante recebeu a camisa 9 nesta temporada e já passou de 400 minutos em campo, mas ainda não marcou nem deu assistência pelo clube desde o retorno.

Michael Owen avaliou a atuação de Rashford após a partida contra o Fulham e apontou uma postura distante dentro de campo. “Ele simplesmente não parece estar curtindo o futebol”, afirmou o ex-jogador à Premier League Productions.

Retorno sem impacto

Rashford é escalado com frequência por Michael Carrick, mas ainda não recuperou o desempenho esperado no Old Trafford. A falta de confiança aparece também na leitura de Owen sobre o comportamento do atacante durante os jogos.

O inglês voltou ao Manchester United depois de uma passagem pelo Barcelona, na Espanha, marcada por bons momentos, mas insuficiente para que o clube exercesse a opção de compra prevista no empréstimo. O Barcelona decidiu contratar Anthony Gordon, gastando quase três vezes mais, conforme a avaliação apresentada por Owen.

Antes disso, Rashford havia passado por dois empréstimos consecutivos. A saída de Ruben Amorim, com quem teve desentendimentos, abriu espaço para o retorno ao clube inglês. O Manchester United, porém, não encontrou um acordo para a venda definitiva do jogador na janela de transferências de verão.

Pressão no ataque

Para Owen, a situação de Rashford não pode ser analisada isoladamente. Bryan Mbeumo, Matheus Cunha e Benjamin Sesko também enfrentam dificuldades para influenciar os jogos de maneira constante.

Ainda assim, o ex-atacante considera Rashford o jogador que mais decepciona no setor. A possível volta de Sesko à titularidade, caso esteja recuperado da lesão, poderia levar Cunha para o lado esquerdo e deixar Rashford como a opção mais frágil do ataque.

“Parece que o peso do mundo está sobre os ombros dele”, disse Owen, ao questionar o momento vivido pelo atacante. Na avaliação dele, há algo nos bastidores que pode explicar por que Rashford não demonstra satisfação com o futebol atualmente.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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