A derrota do Paysandu para o Brusque deixou a equipe na lanterna do Grupo C do quadrangular da Série C do Brasileirão. O resultado veio na estreia da fase, em partida disputada no Estádio do Mangueirão, nesta segunda-feira (7).
Junior Rocha apontou que o time criou oportunidades, mas não conseguiu transformar as jogadas em gol. Para o treinador, a equipe teve mais organização no primeiro tempo, quando manteve uma formação utilizada há mais tempo. Após a mudança tática, com Ítalo e Juninho atuando como jogadores de área, o conjunto perdeu sincronia.
“Não fomos efetivos para empatar o jogo”, afirmou Junior Rocha.
O técnico também explicou que a intensidade exigida pela nova configuração dificultou a coordenação entre os jogadores. Mesmo com possibilidades criadas durante a partida, o Paysandu não conseguiu buscar a igualdade diante do Brusque.
Pelos lados do campo, a equipe tentou atacar pelos dois corredores, mas teve melhor rendimento pela direita, com Thayllon. Depois do segundo gol do Brusque, Luciano Taboca sentiu, e o setor esquerdo não apresentou o mesmo funcionamento. Junior Rocha avaliou que faltou conexão para criar mais jogadas pelos lados na etapa final.
Outro ponto citado pelo treinador foi o número de cartões amarelos. Gustavo Henrique, Pedro Carrerette, Caio Mello e Pedro Henrique estavam pendurados, o que obrigou a comissão técnica a considerar substituições para evitar expulsões.
Junior Rocha disse que não consegue controlar a ocorrência dos cartões, mas destacou a necessidade de combatividade. Ele citou que Caio Mello precisava interromper as jogadas e reconheceu que o Paysandu não fez isso nos dois gols sofridos. O treinador também afirmou que o Brusque foi letal nas transições e relatou que Pedro Carrerette chegou a tirar o pé em uma jogada para não receber o segundo amarelo.
Sem pontuar, o Paysandu volta a campo no próximo domingo (13), contra a Ferroviária, em Araraquara, no interior de São Paulo. A partida será disputada às 16h, na Arena Fonte Luminosa.








