As advogadas Adriana Alves e Patrícia Viana repudiaram a divulgação de informações que classificam como distorcidas sobre o caso Isabelle Caracristi. A manifestação foi publicada nas redes sociais nesta terça-feira (29) e também compartilhada por Isorlanda Caracristi, mãe da vítima.
Na nota, as defensoras afirmam que comentários sobre o caso ultrapassam os limites da liberdade de expressão quando configuram calúnia, injúria e difamação. Esses crimes estão previstos no Código Penal Brasileiro.
As advogadas também informaram que publicações, perfis, capturas de tela e comentários considerados ofensivos estão sendo registrados, mapeados e catalogados. De acordo com elas, medidas judiciais nas áreas cível e criminal já foram iniciadas para identificar os autores e buscar a responsabilização dos envolvidos, incluindo plataformas digitais.
Investigação
Isabelle Caracristi tinha 22 anos e morreu no dia 13 de setembro, após cair de uma cobertura em Fortaleza. João Munhoz Neto, namorado da estudante de Direito, foi investigado e chegou a ser preso preventivamente sob suspeita de envolvimento em induzimento ao suicídio e violência psicológica.
Desde o começo da investigação, familiares e pessoas próximas contestaram conclusões iniciais e laudos da perícia policial. Eles cobraram esclarecimentos mais aprofundados das autoridades do Estado.








