Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
O jogo, o bastidor, o placar
Em ato em Copacabana, Cury cobra investigação do STF e manda ‘abraço especial’ a André Mendonça
Foto: Reprodução/TV Globo
Brasil

Augusto Cury defende investigação no STF durante ato em Copacabana

Candidato do Avante reuniu apoiadores na orla e apresentou propostas para financiar microempresas e ampliar o empreendedorismo em escolas públicas.

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) defendeu investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) durante ato na Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (7). Ao fim da agenda, ele enviou solidariedade ao ministro André Mendonça e citou também Edson Fachin e outros integrantes da Corte.

Cury afirmou que, se for eleito, ninguém será poupado de apurações. Para ele, eventuais denúncias devem ser investigadas e, havendo culpa comprovada, resultar em condenação. “Eu quero que toda a investigação, doa a quem doer, seja realizada”, declarou.

O candidato também disse não depender do prestígio ou do dinheiro do poder. Segundo ele, o salário de presidente seria usado para financiar 2 microempresas de alunos de escola pública por mês.

A estimativa do Monitor do Debate Político da USP/CEBRAP e da More in Common apontou a presença de 1,4 mil pessoas. A contagem foi feita com base em fotos aéreas analisadas por software de inteligência artificial.

Propostas apresentadas no ato

Cury chegou às 11h25. Os apoiadores se concentraram no Posto 6 e caminharam pela Avenida Atlântica, sob chuva, até o Posto 5, em um trajeto de 500 metros. No discurso, ele prometeu financiar 10 milhões de microempresas em cada comunidade ou favela.

O candidato também propôs a instalação de uma agência do Banco do Empreendedor e de uma Escola do Empreendedor em cada escola pública. Ele afirmou que pretende governar com justiça e inteligência e disse que pretende convocar especialistas para a administração do país.

Durante a fala, Cury mencionou a visita à Rocinha na semana passada e lembrou a infância. Disse que viveu com os pais e mais 6 filhos em um único quarto, sem roupas e calçados suficientes.

Ele ainda citou a mulher, Suleima, com quem está casado há 43 anos, e afirmou que, em casa, a presidente é ela. Ao falar sobre as mulheres, mencionou mortes cometidas por maridos ou parceiros a cada 5 ou 6 horas, diferença de 4% nos juros e remuneração média 21% menor em determinadas funções com a mesma qualificação.

A agenda foi encerrada por volta das 12h45.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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