Ronaldo Caiado afirmou que, se for eleito presidente, enviará ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Emergência Fiscal. A medida, segundo o candidato, criaria um teto para os gastos do governo, limitado à metade do crescimento do PIB.
Em situações emergenciais, Caiado defendeu medidas que classificou como austeras. Entre as propostas estão o corte de 100% das emendas impositivas e a redução de 25% nos repasses a todos os Poderes e órgãos independentes.
O candidato também propôs um sistema baseado em inteligência artificial para indicar possíveis desvios no dinheiro destinado a benefícios. Ele defendeu ainda uma ampla varredura nas áreas com benefícios fiscais, para identificar usos indevidos.
"Ao fazer isso, o que vai acontecer? Cai pela metade a taxa de juros", afirmou Caiado.
Política internacional
Questionado sobre política internacional, o presidenciável disse que pretende "resgatar o Itamaraty brasileiro". Para ele, o órgão se tornou um "apêndice ideológico do governo".
Caiado afirmou que o país tem matéria-prima, mas ainda não deixou a condição de colônia porque compra tecnologia a preços altos. Na avaliação dele, o Brasil não tem relevância econômica na área tecnológica por falta de um presidente da República.
Ao comentar a família Bolsonaro, sem citar nomes, questionou: "Como é que você vai querer um presidente que fica alimentando esse 8 de janeiro?"








