Ronaldo Caiado e Romeu Zema são apresentados como os únicos candidatos, além de Lula da Silva, com experiência político-administrativa capaz de pesar no debate sobre o crescimento econômico. A avaliação sustenta que a polarização entre o presidente e o senador Flávio Bolsonaro tem deixado outras opções de direita e centro-direita em segundo plano.
Flávio Bolsonaro, do PL, é apontado como uma alternativa inadequada para enfrentar dificuldades econômicas porque não tem experiência administrativa. A análise afirma que até os ministros da Fazenda e do Planejamento teriam dificuldade para explicar ao senador projetos voltados à ampliação do crescimento.
Experiência nos estados
Ronaldo Caiado, do PSD, governou Goiás por oito anos. Nesse período, teve resultados citados nas áreas de segurança, saúde, educação e assistência social. O texto também afirma que não houve escândalos em seu governo.
Romeu Zema, do Novo, é descrito como alguém que tem dificuldade com as palavras, mas com experiência por ter governado Minas Gerais, um dos maiores estados do país.
Lula da Silva é citado como o político com maior trajetória administrativa entre os nomes mencionados: ele foi três vezes presidente da República. Ainda assim, a avaliação é de que o país está crescendo abaixo do esperado, por razões internas.
Um nome nas pesquisas
Augusto Cury aparece em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, embora não tenha experiência administrativa. A análise destaca que ele nunca administrou uma Câmara municipal e questiona as soluções apresentadas pelo psiquiatra para os problemas do país. Também afirma que Cury não é bem-visto por alguns colegas de profissão.
O texto conclui que existem bons candidatos, mas a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro dificulta que os eleitores percebam essas alternativas.








