A pesquisa Quaest mostra que 71% dos eleitores consideram definitiva a escolha atual para a Presidência, enquanto 29% ainda admitem mudar de candidato até 4 de outubro. Entre quem declara voto em Luiz Inácio Lula da Silva, 80% dizem estar decididos. No grupo de Flávio Bolsonaro, esse índice é de 78%.
Nos dois cenários estimulados, Lula aparece com 36% das intenções de voto, e Flávio Bolsonaro tem 29%. Sem Pablo Marçal, Augusto Cury registra 8%; Renan Santos e Ronaldo Caiado somam 3% cada; Romeu Zema marca 2%, e Samara Martins, 1%. Edmilson Costa, Rui Costa Pimenta, Veterinário Wilson Grassi, Clariana Barão e Hertz Dias não pontuaram. Brancos, nulos ou nenhum candidato reúnem 8%, e 10% estão indecisos.
Com Pablo Marçal na lista, os percentuais de Lula, Flávio Bolsonaro, Augusto Cury, Renan Santos e Ronaldo Caiado permanecem iguais. Zema tem 2%, enquanto Marçal e Samara Martins aparecem com 1% cada. Nesse cenário, 9% estão indecisos, e 8% pretendem votar em branco, anular ou não votar.
Na pesquisa espontânea, sem a apresentação dos nomes, Lula registra 28%, contra 20% de Flávio Bolsonaro. Augusto Cury aparece com 4%, e os demais candidatos, somados, chegam a 5%. O grupo que ainda não sabe em quem votar representa 42%, enquanto 1% pretende votar em branco, anular ou não votar.
A rejeição é liderada por Flávio Bolsonaro, com 55%, seguido por Lula, com 53%. Pablo Marçal tem 45%; Ronaldo Caiado, 41%; Romeu Zema, 39%; Renan Santos, 29%; Augusto Cury, 26%; e Rui Costa Pimenta, 23%. Edmilson Costa e Samara Martins registram 11% cada. Hertz Dias e Veterinário Wilson Grassi têm 10% cada, e Clariana Barão, 7%.
Na comparação com o levantamento de 2 de setembro, Lula oscilou de 37% para 36%, enquanto Flávio Bolsonaro permaneceu com 29%. Cury passou de 10% para 8%; Caiado foi de 1% para 3%; e Zema, de 1% para 2%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A Quaest ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em todo o país entre 3 e 6 de setembro. O nível de confiança é de 95%, e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-01720/2026.
Sobre o governo Lula, 50% desaprovam a administração federal, e 43% aprovam. Na avaliação da gestão, 38% consideram o governo negativo, 34% positivo e 25% regular. Para 49%, a economia piorou nos últimos 12 meses; 29% dizem que ficou igual, e 19% avaliam que melhorou.









