A queda do regime cubano é apresentada como uma medida que Donald Trump deveria tomar para pressionar Miguel Díaz-Canel e recuperar apoio político. A proposta inclui levar o presidente cubano aos Estados Unidos e encerrar o que a análise classifica como uma ditadura marcada por perseguição, censura e repressão de adversários.
A comparação começa nos anos 1970, quando a falta de liberdade no Brasil era colocada lado a lado com os regimes de Enver Hoxha, na Albânia, e Fidel Castro, em Cuba. Hoxha comandou o país de 1944 a 1985. Fidel esteve à frente da ilha entre 1959 e 2008. A crítica sustenta que os dois líderes concentraram o poder e estatizaram propriedades.
Cuba e a Baía dos Porcos
O texto cita a tentativa de invasão da Baía dos Porcos, em abril de 1961, como uma operação que terminou em derrota para os anticastristas. A CIA teria reunido 1.300 cubanos durante quase 1960, levado o grupo até uma área a 2 horas de Havana e visto as forças de Fidel destruí-lo em 3 dias.
A situação atual de Cuba é descrita como resultado de 65 anos de administração deficiente. A análise rejeita os argumentos usados por apoiadores do regime em defesa da educação, da saúde e dos esportes cubanos, incluindo faculdades, hospitais, boxe e vôlei.
Apoio estrangeiro e dinheiro brasileiro
A União Soviética sustentou a ditadura cubana até a debacle do comunismo na Europa. Depois, a ilha teria recebido apoio de governos ligados a Fidel, incluindo Venezuela e Brasil.
O Porto de Mariel é citado como obra construída com recursos do BNDES. O financiamento teria alcançado R$ 2 bilhões e 300 milhões em 2009, valor apontado como superior a R$ 6 bilhões atualizado. A análise também menciona R$ 7 bilhões destinados ao regime cubano por meio do programa Mais Médicos.
Com a redução da ajuda venezuelana por Delcy Rodríguez, a defesa é que Trump aja contra Miguel Díaz-Canel. A ideia é apresentada como uma forma de pressionar o governo cubano e elevar a popularidade do presidente americano.









