Rio de Janeiro, Terça-feira, 22 de setembro de 2026
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No Amazonas, crianças enfrentam rios para chegar à escola
Brasil

No Amazonas, crianças enfrentam rios para chegar à escola

Relato destaca a rotina de estudantes ribeirinhos, a falta de segurança nas canoas e o desconhecimento sobre direitos sociais.

Às margens dos rios Jatapu e Uatumã, no Amazonas, crianças uniformizadas aguardam canoas para chegar à escola. Mochilas nas costas e livros nas mãos fazem parte da rotina de estudantes que dependem do transporte aquático, enquanto debates políticos ocupam o noticiário nacional.

A viagem passou por Manaus e por São Sebastião do Uatumã, cidade localizada na margem esquerda do Amazonas. No percurso, o Rio Negro e o Solimões se encontram antes de formar o maior rio do mundo. A expedição também incluiu pescarias e uma estadia de sete dias no barco Marie 3.

O relato chama atenção para os riscos enfrentados pelas crianças nas vilas ribeirinhas. Em algumas situações, apenas o condutor da canoa usa colete salva-vidas; em outras, nem ele conta com o equipamento. A realidade do deslocamento pela água, segundo o texto, precisa ser considerada na aplicação dos direitos previstos para crianças e adolescentes.

A Constituição estabelece, no artigo 227, prioridade absoluta para a garantia de direitos como alimentação e educação. O artigo 205 também prevê a educação, enquanto o artigo 6º lista direitos sociais. Já o artigo 208, VII, inclui material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde.

Durante a viagem, um grupo de crianças cantou: “Um, dois/ feijão com arroz.// Três, quatro/ feijão no prato.” A música foi associada às necessidades básicas ainda presentes na vida de muitas famílias. O texto também destaca que benefícios previdenciários e programas sociais precisam alcançar as comunidades mais distantes.

A pesca profissional artesanal aparece como outra frente de atenção. A Lei nº 8.213 de 1991 prevê aposentadoria por idade, benefícios por incapacidade, auxílio-acidente e pensão por morte para trabalhadores enquadrados nas condições legais. O problema apontado é a distância entre a existência da proteção e o acesso efetivo a ela.

Na pescaria, o maior peixe foi capturado por Ademir Lopes. O autor pegou um tucunaré de 70cm e terminou em segundo lugar, empatado com Jonhny e Thúlio. Ao fim, a avaliação foi de que a expedição reuniu todos os participantes em torno da experiência no Jatapu.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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