A disputa pela presidência da Assembleia Legislativa de Goiás ganhou novo desenho após a morte do deputado Amilton Filho, do MDB. O parlamentar era considerado o preferido dos deputados e tinha também o apoio de Bruno Peixoto, presidente da Casa e integrante do União Brasil.
Amilton Filho era visto como mais próximo dos colegas e concentrava as articulações de bastidor. Com a mudança, Issy Quinan voltou a ser apontado como superfavorito para comandar o Legislativo. Ele é o nome defendido pelo governador Daniel Vilela, também do MDB, e passou a ampliar o diálogo com os parlamentares.
A tendência é de que o presidente tenha maior ligação com Daniel Vilela, enquanto o líder do governo mantenha uma conexão mais próxima com os deputados. A definição, porém, ainda não foi formalizada.
Havia a possibilidade de Issy Quinan assumir a presidência logo depois de 4 de outubro, após o encerramento das eleições, mas nada foi decidido.
Além de Quinan, Lincoln Tejota e Virmondes Cruvinel estão no páreo. Os dois são do União Brasil e contam com o apreço dos deputados. Um deles pode virar líder do governo, enquanto o outro pode ocupar a presidência da Comissão de Constituição e Justiça.








