Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Escola de Anápolis leva capoeira e jongo para discutir cultura afro-brasileira
Brasil

Escola de Anápolis leva capoeira e jongo para discutir cultura afro-brasileira

Atividade reúne estudantes do Ensino Fundamental em oficinas, apresentação cultural e conversa sobre identidade, ancestralidade e relações étnico-raciais.

Estudantes da Escola Walmir Bastos Ribeiro participam nesta sexta-feira, 11, a partir das 14h, de uma programação sobre identidade, ancestralidade e cultura afro-brasileira. As atividades envolvem alunos do 1º, 2º e 3º ano do Ensino Fundamental.

A agenda inclui capoeira, jongo, música e uma oficina de turbantes. Também está prevista uma apresentação do Grupo Tesouro Capoeira. A proposta é discutir as relações étnico-raciais com ferramentas que vão além do conteúdo tradicional em sala de aula, destacando contribuições históricas, sociais e culturais da população negra.

A programação faz parte do projeto “Loide Canta Mulheres Negras”, idealizado pela professora Loide Oliveira. Ela afirma que a iniciativa foi estruturada a partir da legislação que determina a inclusão da História e Cultura Afro-Brasileira no currículo escolar.

“Respeito, valorização e proteção da História e Cultura Afro-Brasileira são elementos estruturantes de uma educação inclusiva e plural”, afirma Loide.

Participação de Mestre Tuísca

As crianças também vão conversar com Carlos Antônio dos Reis, conhecido como Mestre Tuísca, sobre cultura, identidade e ancestralidade. Ele atua como mestre de Capoeira Angola, contra-mestre de Capoeira Regional, cantor, compositor, percussionista e professor de música.

Em Anápolis, Mestre Tuísca está à frente do Grupo Jongo Iracema, criado em agosto de 2012 para preservar e difundir o jongo em Goiás. A manifestação de matriz africana reúne música, canto, dança e percussão e está ligada à trajetória das populações negras no Brasil.

A presença do mestre busca aproximar os estudantes dessas tradições por meio do contato direto com quem trabalha na preservação delas. A proposta também inclui o diálogo sobre pertencimento, diversidade e relações étnico-raciais dentro e fora da escola.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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