Rio de Janeiro, Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
O jogo, o bastidor, o placar
Flávio Bolsonaro voltou dos EUA ao Brasil no mesmo jato de Vorcaro usado por Moraes, diz revista
Foto: Taba Benedicto/Estadão
Brasil

Flávio Bolsonaro usou jato ligado a Vorcaro em viagem aos EUA, diz publicação

Senador viajou de Flórida a Brasília com familiares e o advogado Willer Tomaz em 19 de janeiro de 2025.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, viajou da Flórida a Brasília em 19 de janeiro de 2025 no jato Legacy 650 de prefixo PP-NLR, que tinha entre os cotistas o banqueiro Daniel Vorcaro, do Master. A aeronave também foi usada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em outra viagem.

Flávio estava acompanhado de familiares e do advogado Willer Tomaz, seu amigo. Tomaz é investigado por suspeitas de ligação com fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A aeronave era operada pela Prime You, uma das três empresas detentoras da Fraction 024, proprietária formal do avião. A Prime You entrou na sociedade em 2024, meses antes da viagem do senador. A empresa afirmou que Vorcaro esteve entre seus sócios entre 2021 e setembro de 2025.

Os outros dois sócios eram Willer Tomaz e Laércio Cosentino, fundador da TOTVS. Em nota, Tomaz disse que a Prime You administrava o avião e organizava sua utilização. Ele afirmou que só tomou conhecimento neste ano de que Vorcaro havia comprado uma cota da aeronave e, depois disso, rompeu o contrato. Tomaz também negou ter feito negócios com o banqueiro.

Flávio compartilhou nas redes sociais um vídeo do desembarque de Moraes no Rio de Janeiro, após uma viagem em agosto de 2025, e criticou o ministro. Depois da divulgação da ligação entre o jato e Vorcaro, escreveu: “Ainda bem que na época o avião era de Willer”.

O senador também já havia viajado em aeronaves de empresários. Em 1º de abril de 2025, foi ao Rio de Janeiro com a esposa e duas filhas em um avião de Willer Tomaz. Em 30 de abril daquele ano, embarcou para a Flórida em uma aeronave registrada em nome de uma empresa dos donos da União Química, sediada em São Paulo.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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