Rio de Janeiro, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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813 famílias de Goiânia terão escrituras gratuitas após regularização de imóveis
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813 famílias de Goiânia terão escrituras gratuitas após regularização de imóveis

Prefeitura autorizou a regularização dos residenciais Fortaleza e Juscelino Kubitschek I e II, na Região Noroeste da capital.

A Prefeitura de Goiânia autorizou a regularização dos Residenciais Fortaleza e Juscelino Kubitschek I e II. Ao todo, 813 famílias terão os imóveis regularizados e receberão as escrituras registradas sem custo.

A autorização foi assinada nesta segunda-feira, 28, pelo prefeito Sandro Mabel, na Região Noroeste de Goiânia. No Residencial Fortaleza, os moradores aguardam a documentação desde 1988. O prefeito afirmou que a regularização fará com que o bairro passe a existir oficialmente.

“Pensa bem, 38 anos esperando para regularizar o bairro. É muito tempo”, disse Mabel.

Procedimentos começam no Residencial JK

Nos Residenciais Juscelino Kubitschek I e II, 646 famílias esperam pelas escrituras desde 2009. Com a autorização, a prefeitura inicia os procedimentos para regularizar os imóveis e reconhecer oficialmente os bairros.

Mabel também afirmou que a administração municipal trabalha para regularizar 40 mil imóveis que ainda aguardam a documentação definitiva. As escrituras serão entregues gratuitamente. De acordo com o prefeito, o custo estimado de cada documento é de aproximadamente R$ 14,5 mil, valor que não será repassado aos moradores.

A prefeitura ainda pretende realizar obras de drenagem e pavimentação no Residencial JK.

Segurança jurídica para os moradores

O secretário municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Juliano Santana, afirmou que a regularização formaliza o direito das famílias sobre os imóveis onde vivem. Segundo ele, a medida também amplia as possibilidades de negociação, transmissão e valorização do patrimônio construído pelos moradores.

Geraldo Ferreira Campos, morador do Residencial Fortaleza há cerca de 20 anos, disse que espera valorização da área e mais segurança para as famílias com a chegada da escritura.

No Residencial JK, Maria Brandina da Silva afirmou que os moradores enfrentaram dificuldades e não podiam construir ou realizar outras intervenções nos imóveis. Para ela, a regularização atende a uma espera antiga da comunidade.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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