A Guiana anunciou um acordo para receber imigrantes deportados dos Estados Unidos. O país sul-americano informou que aceitará um número limitado e verificado de pessoas sem antecedentes criminais.
A medida ocorre durante a campanha anti-imigração conduzida pelo presidente americano, Donald Trump, que inclui operações policiais e deportações para terceiros países. A Guiana se junta a outros países do Caribe e da América Central que concordaram em cooperar com Washington nesse processo.
Permanência temporária
O governo do presidente Irfaan Ali afirmou que o acordo está ligado ao compromisso da Guiana com os direitos humanos e a cooperação internacional. A iniciativa, porém, não prevê reassentamento permanente: “é estritamente transitório e não constitui um reassentamento permanente”.
Os imigrantes permanecerão no país sob condições enquanto o status migratório de cada um for definido. Depois da análise, poderão retornar ao país de origem ou ser reassentados em um terceiro destino escolhido por eles.
A Guiana também estabeleceu que só receberá pessoas que tenham optado voluntariamente por ser enviadas ao território guianês. O acordo foi anunciado pelo governo do país neste sábado.








