Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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PDT denuncia intimidação contra candidata e presidente do partido em Goiânia
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PDT denuncia intimidação contra candidata e presidente do partido em Goiânia

Letícia da Luz e Leonardo Zumpichiatti teriam sido alvo de episódios durante atividades de campanha no domingo, 20.

O PDT de Goiás denunciou dois episódios de suposta intimidação e agressão contra a candidata a deputada federal Letícia da Luz e o presidente estadual do partido, Leonardo Zumpichiatti. Os casos teriam ocorrido durante atividades de campanha no domingo, 20. Em nota divulgada na segunda-feira, 21, a legenda informou que levará os relatos às autoridades competentes.

Letícia da Luz disputa uma vaga na Câmara dos Deputados pelo PDT com o número 1213. A candidatura aparece como deferida em listagens atualizadas com dados da Justiça Eleitoral.

Relatos durante a campanha

O primeiro caso teria ocorrido perto do Terminal Isidória, no Setor Pedro Ludovico. Letícia e integrantes da equipe estavam em uma atividade quando, segundo o partido, foram abordados pelo condutor de uma caminhonete.

A legenda afirma que o motorista dirigiu ofensas à candidata e à equipe. Depois, teria descido do veículo e desafiado uma das pessoas presentes para uma agressão física. O PDT diz que a situação causou temor entre os integrantes que estavam no carro de som e classificou as ofensas contra Letícia como misóginas.

No mesmo domingo, Zumpichiatti relatou outro episódio no Setor Oeste, durante uma manifestação política. Conforme a nota do partido, motociclistas se aproximaram do dirigente. Um deles teria bloqueado a passagem, enquanto outro teria chegado de forma ameaçadora e chutado o veículo do presidente estadual.

Até a última atualização, os envolvidos não haviam sido identificados publicamente.

Registros serão entregues

O PDT informou que pretende apresentar às autoridades registros audiovisuais, fotografias e outras informações para ajudar na identificação dos envolvidos e no esclarecimento dos casos. A campanha também solicitará imagens de câmeras de segurança das áreas onde os episódios teriam ocorrido.

Na nota, o partido atribuiu os casos ao que chamou de “ódio fascista” contra o PT, o presidente Lula e o campo progressista. A legenda afirmou ainda que manterá as atividades de campanha dentro da legalidade e que candidaturas ligadas a Lula e ao candidato ao governo de Goiás Luis Cesar Bueno continuarão a agenda eleitoral, sem aceitar “qualquer tentativa de intimidação, violência ou agressão”.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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