GOIÁS — Daniel Vilela chegou a 100 pontos no maior pico de interesse registrado nas buscas sobre a disputa pelo governo de Goiás. O salto ocorreu às 21h de terça-feira, 29, pelo horário de Brasília, em uma série acompanhada pelo Google Trends.
Naquele intervalo, Marconi Perillo marcou 57 pontos, Wilder Morais teve 40 e Luis Cesar Bueno alcançou 14. Apesar de Marconi ter superado Wilder no pico, a média do período colocou Daniel na frente, com 42 pontos. Wilder ficou com 14, Marconi com 13 e Luis Cesar Bueno com dois.
Os dados correspondem às pesquisas realizadas em Goiás entre 25 de setembro e 2 de outubro. A coleta foi feita na tarde desta sexta-feira, 2, considerando a busca do Google na web e todas as categorias.
Senado tem duas comparações
Entre os nomes analisados para o Senado, Gustavo Gayer liderou a consulta que reuniu oito candidatos, com média de 45 pontos. Zacarias Calil apareceu com 30, Gracinha Caiado com 25 e Gustavo Mendanha com 16. Isaura Lemos teve dez, enquanto Vanderlan Cardoso e Oséias Mendes Pereira Varão marcaram nove cada. Iure de Castro Silva ficou com índice zero.
Cíntia Dias e Ernesto Roller foram avaliados em outra comparação. Cíntia registrou média de 36 pontos, e Roller, um. Como as consultas têm escalas próprias, os índices não permitem montar uma classificação única entre os dez nomes.
Na reta final, Gayer chegou a 93 pontos às 13h de 2 de outubro. Calil marcou 65, Gracinha, 52, e Mendanha, 32. Na comparação entre Cíntia e Roller, ela atingiu 100 pontos às 13h desta sexta-feira, enquanto Roller teve pico de 13 pontos às 9h de segunda-feira, 28.
Índices não são intenção de voto
O Google normaliza os resultados em uma escala de zero a 100. Os números indicam interesse relativo, não percentual de eleitores nem quantidade absoluta de pesquisas. A plataforma afirma que o Trends não é uma pesquisa de opinião.
Os dados exportados não mostram por que cada busca foi feita. Além disso, os trechos finais dos gráficos aparecem pontilhados, sinalizando informações ainda em processamento. Um índice zero também pode representar volume insuficiente para exibição, e não ausência total de pesquisas.








