Charles Spencer afirmou acreditar que a princesa Diana aprovaria cada palavra de seu novo livro de memórias, Swan Song: Diana, My Sister. A obra será lançada em 22 de setembro e reúne recordações pessoais sobre a irmã.
Aos 62 anos, o 9º Conde Spencer apresentou o primeiro exemplar físico nas redes sociais e descreveu o projeto como o mais íntimo entre os dez livros que escreveu nas últimas três décadas. Para ele, a publicação funciona como uma homenagem de um irmão à irmã.
Spencer também contou que passou três dias gravando a versão em audiolivro. Ao terminar a leitura das próprias memórias, disse ter sentido que havia colocado no papel tudo o que precisava dizer e que Diana teria aprovado o resultado.
Uma visão pessoal sobre Diana
O lançamento será a primeira vez que Spencer falará de forma tão ampla sobre a princesa. Diana morreu em um acidente de carro em Paris, em 31 de agosto de 1997. Poucas semanas antes do lançamento, o irmão se prepara para revisitar lembranças ligadas à vida dela e ao período posterior à morte.
Desde então, Spencer defendeu o legado de Diana em diferentes ocasiões. No funeral, realizado em setembro daquele ano, ele falou sobre a irmã e criticou a maneira como ela havia sido tratada pela imprensa e pela família real. Anos depois, também relatou sentimentos de culpa, impotência e um forte desejo de tê-la protegido.
A proposta do livro é apresentar Diana a partir da perspectiva de Spencer, sem limitar o relato ao título ou à imagem de ícone mundial. Ele pretende recuperar aspectos pessoais da princesa e mostrar sua personalidade para leitores que não acompanharam sua trajetória durante o período de maior exposição pública.
Spencer afirmou: “O objetivo deste livro é contar a verdade sobre Diana a partir da perspectiva de seu irmão”. A decisão de registrar as memórias veio também após o aumento dos pedidos de entrevistas sobre a princesa conforme se aproximavam novos aniversários de sua morte.
O irmão de Diana também esteve atento à proteção dos sobrinhos, príncipe William e príncipe Harry, que eram adolescentes quando perderam a mãe. Em Spare, Harry relatou que Charles Spencer se revoltou com a possibilidade de os dois caminharem atrás do caixão durante o funeral.
A expectativa de Spencer é que o livro ajude leitores mais jovens a compreender quem Diana era além da exposição pública. Para ele, a princesa reunia amor, carisma e insegurança, e deixou uma marca importante apesar de ter morrido tão jovem.








