O príncipe George, de 13 anos, foi matriculado no Eton College por decisão do príncipe William e de Kate Middleton. A escolha encerra o período em que os três filhos do casal estudavam juntos na Lambrook, desde 2022.
A historiadora da realeza Amanda Foreman classificou a decisão como uma “fuga para a segurança”. Segundo ela, William e Kate optaram por uma instituição confiável, com tradição e garantia de discrição, sem a necessidade de criar novos protocolos.
George também teria manifestado vontade de seguir os passos do pai. William e o príncipe Harry estudaram em Eton, colégio fundado em 1440. Antes da definição, havia expectativa de que o jovem fosse para o Marlborough College, onde Kate estudou. A escola mista permitiria que George estudasse futuramente ao lado dos irmãos, a princesa Charlotte, de 11 anos, e o príncipe Louis, de 8.
A chegada ao colégio
Na manhã de 8 de setembro, a família chegou à instituição para o início da nova etapa. George foi recebido pelo diretor Simon Henderson e pelo reitor Sir Nicholas Coleridge. O autor especializado Simon Vigar disse que o príncipe aparentava estar relaxado e feliz.
Kate acompanhou o filho até o quarto do primeiro ano, equipado com cama de solteiro, escrivaninha e prateleiras. George usava o uniforme tradicional de Eton, com casaca preta, colete, calças listradas e colarinho branco engomado.
William e Kate passaram o verão preparando os filhos para a separação. A família esteve em Anmer Hall, nos Jogos de Commonwealth em Glasgow e no Castelo de Balmoral.
As férias também coincidiram com o retorno do príncipe Harry e de Meghan Markle ao Reino Unido, com os filhos Archie e Lilibet. Harry teve contato recente com o rei Charles, mas as tensões com William continuam altas, sem comunicação direta. Especialistas afirmam que o rei e William mantêm a posição de que os Sussex não devem representar a família real.








