Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Harry e Meghan contestam status de “cidadãos comuns” após carta de Charles
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Harry e Meghan contestam status de “cidadãos comuns” após carta de Charles

Fontes próximas ao casal afirmam que a fama internacional dos dois precisa ser considerada em temas de segurança e privacidade.

Fontes próximas ao Príncipe Harry e Meghan Markle contestaram a orientação do Rei Charles III que compara o casal a cidadãos comuns. Para os aliados dos Sussex, os dois continuam sendo figuras públicas conhecidas internacionalmente, e essa condição tem impacto direto em questões de privacidade e segurança.

“Eles são figuras públicas”, afirmou uma fonte próxima ao casal. A mesma pessoa disse que o público sabe quem são Harry e Meghan e que uma vida completamente normal e privada não seria realista.

Harry e Meghan deixaram de exercer funções oficiais na Família Real Britânica e não representam mais o monarca. Ainda assim, pessoas próximas defendem que a notoriedade acumulada pelo casal não pode ser ignorada, especialmente nas discussões sobre proteção durante visitas ao Reino Unido.

O conteúdo da carta

Em 7 de setembro, Charles enviou uma carta por meio do Lorde Chamberlain, Lorde Benyon, para esclarecer a posição de Harry e Meghan dentro da estrutura da realeza. O documento foi divulgado durante o retorno recente do casal ao Reino Unido.

A correspondência afirma que os dois não são mais membros ativos da Família Real e que sua independência financeira e sua privacidade seriam respeitadas. O texto também resume a posição do casal como semelhante à de cidadãos comuns com interesses comerciais e filantrópicos.

A carta reforça ainda que Harry e Meghan não devem usar os títulos de Sua Alteza Real, conhecidos pela sigla SAR. Dúvidas de organizações oficiais ou estatais sobre as cortesias concedidas aos dois, sobretudo quando houver recursos públicos envolvidos, devem ser encaminhadas ao Palácio de Buckingham.

Fontes ligadas ao Palácio afirmam que o documento não mudou as regras para o casal. Segundo essas pessoas, a carta apenas reafirma os termos definidos durante a “Cúpula de Sandringham”, realizada em janeiro de 2020, quando a saída dos Sussex das funções oficiais foi formalizada.

Segurança e Jogos Invictus

A correspondência separa o status do casal das medidas de proteção. As questões de segurança operacional, conforme o documento, continuam sob responsabilidade das autoridades policiais.

Harry já manifestou preocupações sobre a segurança de sua família no Reino Unido. O tema também está ligado a uma disputa judicial na qual o duque busca medidas adequadas para ele e seus familiares durante as visitas ao país.

Fontes próximas afirmam que Harry e Meghan souberam da carta aproximadamente uma hora antes da divulgação pública. Um porta-voz do casal disse que eles ficaram “um pouco surpresos por não terem sido informados disso com antecedência”.

A repercussão aumentou depois que Uganda desistiu de participar dos Jogos Invictus, competição criada por Harry para militares e veteranos feridos ou lesionados. O general Muhoozi Kainerugaba afirmou que o país não participaria de nada sem a aprovação de Sua Majestade.

Uma pessoa próxima ao príncipe relacionou a decisão à orientação do Lorde Chamberlain. Uganda havia entrado recentemente na comunidade dos Jogos Invictus e se tornou o 26º membro da iniciativa em julho de 2026.

Para uma fonte próxima a Harry, a principal consequência recai sobre os competidores ugandenses que esperavam representar o país nos Jogos Invictus do ano que vem.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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