Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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William amplia patrimônio real enquanto Harry transforma fama em negócios
Foto: Getty Images/Reprodução
Entretenimento

William amplia patrimônio real enquanto Harry transforma fama em negócios

A herança de Diana deu um ponto de partida semelhante aos irmãos, mas a vida na monarquia e os negócios nos EUA criaram trajetórias financeiras distintas.

A saída de Harry das funções oficiais da monarquia mudou a forma como ele e o príncipe William passaram a construir patrimônio. Enquanto William ampliou seus recursos dentro da estrutura da Coroa, Harry precisou transformar sua imagem pública em contratos, livros e projetos de comunicação.

A base financeira dos dois foi, em parte, a herança deixada pela princesa Diana. O patrimônio foi administrado sob regras específicas: os rendimentos dos investimentos estavam sujeitos a impostos, os dividendos anuais poderiam ser recebidos somente depois dos 25 anos e o valor principal seria transferido quando cada um completasse 30 anos. A divisão também incluiu roupas, fotografias, tiaras, joias e outros objetos pessoais da princesa.

O patrimônio ligado à monarquia

A ascensão de Charles III ao trono alterou a posição de William na família real. Como príncipe de Gales e primeiro na linha de sucessão depois do pai, ele passou a ter acesso ao Ducado da Cornualha.

O patrimônio reúne propriedades e ativos como áreas agrícolas, florestas, imóveis comerciais e terrenos em diferentes regiões do Reino Unido. Seus rendimentos financiam atividades públicas e privadas do herdeiro do trono, além de despesas da estrutura familiar e dos funcionários que trabalham para ele.

Com isso, a posição de William passou a combinar responsabilidade institucional e acesso a uma importante fonte de recursos associada ao futuro ocupante da Coroa.

A renda criada por Harry

Harry e Meghan Markle deixaram as funções de integrantes seniores da família real e se estabeleceram na Califórnia. Com a mudança, o duque de Sussex deixou de contar com determinados recursos ligados à atuação oficial da monarquia.

O casal passou a apostar no entretenimento, na produção de conteúdo, na comunicação e na filantropia. Harry firmou acordos para desenvolver projetos audiovisuais destinados a plataformas de streaming, incluindo produções sobre a história da família real e outros temas de interesse público.

A autobiografia Spare também se tornou uma fonte de receita. No livro, Harry apresentou sua versão de acontecimentos ligados à família real, à infância e à vida após a morte de Diana. Os direitos autorais e as vendas ampliaram sua independência financeira e fortaleceram sua presença no mercado editorial.

Harry e Meghan ainda criaram a Archewell, organização que reúne projetos de produção de conteúdo e iniciativas filantrópicas. O príncipe também passou a participar de eventos corporativos e encontros internacionais com palestras e discursos remunerados.

Assim, William permaneceu ligado ao patrimônio do herdeiro do trono, enquanto Harry construiu uma carreira independente nos Estados Unidos com contratos, livros, produções audiovisuais e aparições pagas.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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