A atuação de Ayyoub Bouaddi na vitória do Manchester City por 2 a 0 sobre o Porto chamou a atenção de Erling Haaland. O atacante norueguês afirmou que já havia alertado a diretoria sobre o potencial do meio-campista, contratado junto ao Lille por 85 milhões de libras.
Bouaddi acertou 54 de 55 passes e terminou a partida com 98% de aproveitamento. Haaland também brincou ao reclamar de um lance na etapa final em que não recebeu a bola do companheiro.
Debate sobre a Bola de Ouro
Samuel Umtiti criticou a declaração de Kylian Mbappé em defesa própria na disputa pela Bola de Ouro. O atacante do Real Madrid citou o posto de maior artilheiro da história da Copa do Mundo e os gols da última temporada como argumentos para conquistar o prêmio da revista France Football.
Umtiti, campeão mundial com a França em 2018, disse que a premiação perdeu o significado e reprovou o excesso de individualismo no debate sobre o melhor jogador do mundo.
Estêvão segue nos planos
Mesmo após perder espaço entre os titulares do Chelsea, Estêvão continua considerado importante por Xabi Alonso. A chegada de Morgan Rogers e a formação preferida pelo treinador espanhol alteraram a composição do ataque, mas o técnico destacou a atitude do brasileiro nos treinamentos.
Recuperado de uma lesão muscular que o tirou da Copa do Mundo, Estêvão entrou em campo pela Copa da Liga Inglesa nesta quarta-feira e acabou substituído no meio da partida.
Mercado e jovens em destaque
Max Eberl explicou que o Bayern de Munique desistiu de Anthony Gordon por considerar alto o valor pedido pelo Newcastle. O inglês foi para o Barcelona. Bradley Barcola também esteve nos planos do clube alemão, mas deixou o PSG rumo ao Liverpool. Na janela, o Bayern investiu em Ismael Saibari, Sapoko Ndiaye e Nathaniel Brown.
Ryan Giggs recordou a personalidade de Max Dowman, que aos 15 anos cobrou um pênalti contra adversários mais velhos pela FA Youth Cup. Aos 16, o meia do Arsenal é o mais jovem a estrear e a marcar pela Premier League e segue como opção de Mikel Arteta.
Andy Cole, por sua vez, avaliou que Matheus Cunha não deveria atuar como camisa 9 no Manchester United. Na ausência de Benjamin Sesko, ainda em recuperação física, o brasileiro exerce a função. Para Cole, Cunha rende mais com liberdade pelos lados ou atrás do atacante de referência. Ele soma dez gols e seis assistências em 38 partidas pelo clube inglês.








