Álvaro Morata destacou o desempenho dos atacantes que defenderam a Espanha na Copa do Mundo 2026, especialmente Mikel Oyarzabal e Ferran Torres. Fora da lista, o jogador acompanhou a campanha em Nova York e afirmou que ficou feliz com a conquista dos companheiros.
Em entrevista ao programa “El Larguero”, Morata disse que a esperança de ser convocado permaneceu até o fim. Muitos dos jogadores campeões haviam iniciado a trajetória internacional ao lado dele, o que fez o atacante se sentir ligado ao grupo mesmo distante da competição.
“Eu tinha muita vontade de estar na Copa do Mundo”, afirmou Morata. O atacante também disse que entendia a decisão de Luis de la Fuente e que não tratava a ausência como uma mágoa contra o treinador.
Aos 33 anos, Morata avaliou que poderia ter contribuído para a equipe e ajudado a criar uma boa dinâmica. Ao mesmo tempo, reconheceu que sua presença poderia gerar questionamentos sobre a convocação e tornar mais difícil o trabalho de De la Fuente. “Foi melhor evitar todo esse barulho”, declarou.
O atacante contou ainda que conversou com o treinador antes da divulgação da lista preliminar. Em tom descontraído, lembrou uma promessa feita por De la Fuente: caso conquistasse o torneio, ele sairia montado em um cavalo com a taça na mão. Morata afirmou que compreendia a escolha e desejou sorte ao técnico e à seleção.
Elogios aos substitutos
Morata citou Borja Iglesias, Ferran Torres e Mikel Oyarzabal como jogadores que mereciam estar no Mundial. Oyarzabal terminou a Copa do Mundo 2026 como artilheiro da Espanha e ocupou a posição que poderia ter sido de Morata.
O atacante reconheceu o nível apresentado pelo companheiro e também valorizou Ferran Torres, autor do gol que ele próprio gostaria de ter marcado. Na avaliação de Morata, Oyarzabal conseguiu combinar participação na construção das jogadas, movimentação, ocupação de espaços e presença na área.
A atuação do jogador da Real Sociedad reforçou sua importância no plano de De la Fuente. Além de cumprir a função de referência, Oyarzabal participou da circulação da bola e abriu espaços para os companheiros. Para Morata, a eficiência ofensiva e a mobilidade justificaram a escolha durante a campanha do título.








