A formação do Rennes aparece ligada a 7 dos 23 jogadores inicialmente chamados por Zinedine Zidane para a seleção francesa. O grupo reúne Ousmane Dembélé, Désiré Doué, Eduardo Camavinga, Andy Diouf, Jérémy Jacquet, Lucas Da Cunha e Adrien Truffert — todos já fora do clube.
As transferências de saída desses atletas renderam 199 milhões de euros ao Rennes. O valor considera apenas as quantias fixas dos negócios e não inclui bônus, mecanismos de solidariedade ou percentuais sobre futuras revendas.
A lista de vendas
Jérémy Jacquet lidera o ranking. O defensor foi negociado com o Liverpool no último mercado por 63 milhões de euros, no maior negócio entre os sete jogadores. Désiré Doué vem logo depois: o meia-atacante foi para o Paris Saint-Germain por 50 milhões de euros em 2024.
Ousmane Dembélé deixou o Rennes em 2016, aos 19 anos, com destino ao Borussia Dortmund. O clube francês recebeu 35 milhões de euros pela transferência. Eduardo Camavinga foi vendido ao Real Madrid em 2021 por 31 milhões de euros.
Adrien Truffert completa a lista das principais receitas, após a transferência para o Bournemouth por 13,5 milhões de euros. O lateral-esquerdo estava no último ano de contrato, circunstância que reduziu o poder de negociação do Rennes.
Negócios abaixo da valorização posterior
A formação também teve operações em que o clube não capturou todo o valor alcançado pelos atletas depois. Lucas Da Cunha foi para o Nice por 1 milhão de euros em 2020. Três anos mais tarde, o meia foi vendido ao Como por 750 mil euros, antes de se desenvolver na Itália e chegar à seleção francesa.
Andy Diouf foi emprestado ao Basel com opção de compra de 5,5 milhões de euros. Após uma boa temporada, o clube suíço ativou a cláusula e vendeu o meio-campista ao Lens por 14 milhões de euros apenas um dia depois.
Em 2024, Dembélé, Camavinga e Doué já apareciam entre os exemplos do trabalho de base do Rennes. A convocação de Zidane recolocou essa formação no centro da discussão sobre a produção de talentos do futebol francês.








